Refugiados no mundo passam de 60 mi, diz ONU

Número de pessoas deslocadas à força em nível mundialpode ter "ultrapassado muito" um recorde de 60 milhões neste ano, principalmente em razão de guerras e conflitos como os registrados na Síria, disse a Organização das Nações Unidas (ONU); estimativa inclui 20,2 milhões de refugiados que fogem de guerras e perseguições, o maior número desde 1992

Número de pessoas deslocadas à força em nível mundialpode ter "ultrapassado muito" um recorde de 60 milhões neste ano, principalmente em razão de guerras e conflitos como os registrados na Síria, disse a Organização das Nações Unidas (ONU); estimativa inclui 20,2 milhões de refugiados que fogem de guerras e perseguições, o maior número desde 1992
Número de pessoas deslocadas à força em nível mundialpode ter "ultrapassado muito" um recorde de 60 milhões neste ano, principalmente em razão de guerras e conflitos como os registrados na Síria, disse a Organização das Nações Unidas (ONU); estimativa inclui 20,2 milhões de refugiados que fogem de guerras e perseguições, o maior número desde 1992 (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - O número de pessoas deslocadas à força mundialmente pode ter "ultrapassado muito" um recorde de 60 milhões neste ano, principalmente por conta do conflito na Síria e em outras regiões, informou a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta sexta-feira.

A estimativa inclui 20,2 milhões de refugiados que fogem de guerras e perseguições, o maior número desde 1992, informou o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) em relatório.

Quase 2,5 milhões de pessoas que buscam asilo têm pedidos pendentes, com Alemanha, Rússia e Estados Unidos recebendo o maior número dos quase 1 milhão de pedidos feitos na primeira metade do ano.

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"O ano de 2015 está em curso para ver o número de descolados à força mundialmente ultrapassar 60 milhões pela primeira vez - 1 em cada 122 é atualmente alguém que foi forçado a fugir de casa", informou. O número total no final de 2014 foi de 59,5 milhões.

"Nunca houve uma necessidade tão grande de tolerância, compaixão e solidariedade com pessoas que perderam tudo", disse António Guterres, alto comissário da ONU para os Refugiados, em nota.

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