Recado da China aos EUA: não haverá acordo com sanções comerciais e aumento de tarifas

Em declaração divulgada nesta segunda-feira (4), a China reafirma sua disposição de chegar a um bom acordo comercial com os Estados Unidos, desde que o país norte-americano não imponha sanções nem aumente tarifas

China EUA
China EUA (Foto: Reinaldo)


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247, com Diário do Povo on line - Delegações da China e dos EUA, lideradas pelo vice-premiê chinês, Liu He, e pelo secretário do Comércio norte-americano, Wilbur Ross, realizaram consultas econômicas e comerciais em Pequim no último fim de semana (2 e 3 de junho), de acordo com uma declaração emitida pela parte chinesa.

"Para implementar o consenso alcançado em Washington, as duas partes mantiveram uma boa comunicação em várias áreas como agricultura e energia, e atingiram um progresso positivo e concreto enquanto detalhes relevantes ainda não foram confirmados pelos dois lados", diz a declaração.

Liu é também membro do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista da China e chefe da equipe chinesa no diálogo econômico abrangente China-EUA.

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"A atitude da parte chinesa permanece consistente", afirma a nota.

Para satisfazer a crescente necessidade do povo por uma vida melhor e os requisitos do desenvolvimento econômico de alta qualidade, a China quer aumentar as importações de outros países, incluindo os Estados Unidos, o que beneficiará os povos dos dois países e o restante do mundo, acrescentou.

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"A reforma e abertura, assim como a expansão da demanda interna são as estratégias nacionais da China. O passo que estabelecemos não mudará", indicou a declaração.

O resultado das conversações deve basear-se no pré-requisito de que as duas partes encontrem o equilíbrio e não entrem numa guerra comercial, segundo o documento.

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"Todos os resultados econômicos e comerciais das conversações não entrarão em vigor se o lado norte-americano impuser sanções comerciais, incluindo o aumento das tarifas", sublinhou a declaração.

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