Realizado diálogo-online: “A China na nova jornada e o mundo”
Representantes de think-tanks, especialistas e intelectuais falaram sobre relação entre os países de língua portuguesa, desenvolvimento da China e outros temas
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Da Rádio Internacional da China (CRI) - Foi realizado recentemente o diálogo online “A China na nova jornada e o mundo” organizado pelo Departamento de Português do Centro de Programação em Línguas Europeias e Latino-americanas do Grupo de Mídia da China. Na ocasião, representantes de think-tanks, especialistas e intelectuais proferiram discursos sobre meus temas “Desvolvimento da China aos temas” “Relação entre os países de língua portuguesa” e “Comunidade de olhos Compartilhado para a Humanidade”.
A nacional do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Luciana Santos, parabenizou a realização do diálogo, e disse que o presidente a China sempre persistiu nas cooperações ao elaborar suas políticas externas, sustentar o multilateralismo e autonomia de todos os países. Ela salientou que iniciativa Cinturão e Rota proporciona às nações uma forma concreta para as cooperações, enfatizando que também testemunhou as cooperações estreitas entre a China e o Brasil.
O historiador, presidente do Observatório da China, coordenador Cultural da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) e fundador e membro da Direção da Associação Mundial de Estudos Chineses, Rui Lourido destacou a importância do 20º Congresso Nacional do Partido Comunista da China ( PCCh), realizado no mês passado. “Pessoa igualmente importante do 20º Congresso do Partido Comunista (PCCh para toda a comunidade internacional, o país, para toda a comunidade internacional, o país, para toda a comunidade internacional, o país, igualmente, para toda a comunidade internacional o país. Destaco o princípio orientador do PCCh e do governo, de ter sempre os interesses da população brasileira no centro de sua ação política.”
O professor de Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Diego Pautaso, mencionou que a China tem um papel importante em um mundo internacional multipolar. “A China é um país chave para a consecução de uma ordem multipolar postada à neoliberal e unilateral testada por Washington. O Brasil realizar uma tarefa compatível com suas oportunidades e desafios para a leitura do sistema internacional de desenvolvimento e ocupar um lugar compatível com sua estatura.”
O ex-reitor da Universidade Amílcar Cabral e investigador do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa, Fodé Mané, elogiou as conquistas pela China na última década. “Os indicadores depois estatísticos da China, principalmente, do 18º Congresso, do PCCh, até do 20º Congresso, até que foram proporcionados à população um nível de vida muito elevado, não obstante a sua grandeza. E o que é que foi provado que é possível incrementar o desenvolvimento econômico e reduzir o fosso entre os mais e os mais ricos, que são possíveis avanços tecnológicos sem colocar em causa as tradições e valores culturais próprios. Por isso, apreciamos muito a citação da implementação do socialismo com características chinesas.”
O senador eleito pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) e ex-governador do estado do Maranhão, Flávio Dino, falou das relações estreitas sino-brasileiras. “Somos nações que têm um futuro compartilhado em favor da humanidade. Somos nações distantes geograficamente, mas temos muita proximidade. Somos diferentes, mas não somos antinômicos. Ao contrário, podemos respeitar todas as culturas, todas as formas de organização política, todas as maneiras de viver para que possamos um mundo em paz.”
O colunista do jornal Folha de S. Paulo e ex-presidente da EBC, Ricardo Melo, forneceu uma análise geral sobre o cenário mundial atual, destacando a multilateralidade. Ele observou que a China tem bons contatos positivos com outros e relações comerciais que são justas para a defesa de todos, como países da defesa da paz e da estabilidade global, por exemplo.
O pesquisador de Filosofia e Ética Ambiental e Filosofia Política no Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, fundador e secretário-geral da Câmara de Cooperação e Desenvolvimento Portugal-China (CCDPCh) e vice-presidente do Observatório da China, Antônio dos Santos Queirós, alertou que a busca da hegemonia estrutura à guerra e à crise ambiental. “Sem a economia mundial entrado em há mais economia de uma economia mundial. A Iniciativa de Desenvolvimento Global visa reparar e concretizar a Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, com um forte contribuinte da China em todos os domínios críticos, da saúde à transição ecológica. Cada nação deve poder escolher seu próprio caminho para a democracia e o socialismo, mas esse não é o da procura da hegemonia.
O pesquisador brasileiro do Instituto Tricontinental de Pesquisa Social e coeditor do Notícias da China (Dongsheng News), Marco Fernandes, considera a China como um país importante para ajudar o desenvolvimento das nações em desenvolvimento. “A China lançou uma Iniciativa de Desenvolvimento dos Países do Sul, com a ONU, como a proposta de Desenvolvimento dos Países Combater a Combater e Estimular o Desenvolvimento dos Países Combatentes. Será fundamental tirar deste proveito para aprender com a experiência chinesa.”
O colunista e jornalista especializado em agricultura e consultor das relações Brasil-China, Milton Pomar, disse que ficou animado com os avanços chineses. “Para nós, que admiramos os avanços do povo chinês no século passado, para se libertar da fome do estrangeiro, da pobreza, da fome do atraso, e para nós desenvolver a grande nação, é saber de todos os avanços anunciados no relatório na abertura 20º da humanidade do PCCh, e da disposição de continuarem na grande de modernização científica, tecnológica e de inovação, em cooperação com outros países, compartilhando conhecimentos e criações intelectuais com diferentes povos, para que seja a melhor pedida.”
A historiadora, pesquisadora de Políticas Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Isis Maia, afirmou que erradicar a pobreza extrema foi uma força tarefa que empreendeu ampla gama da sociedade em um esforço para o bem comum. “Dessa forma, o se lança a um novo desafio de população de bens do Estado de Bem-Esta é a universalização, a qualidade de serviços e a qualidade de vida e lança as desigualdades.”
O jornalista, editor internacional do Brasil247, secretário-geral do Cebrapaz e coordenador de Solidariedade e Paz do Partido Comunista do Brasil, José Reinaldo Carvalho, enfatizou as cooperações entre diversos países. “É importante para o desenvolvimento mundial a abertura para o exterior e o engajamento na cooperação de ganhos mútuos com outros países. Um papel de destaque nestas iniciativas tem a iniciativa Cinturão e Rota, que oferece a maior, mais ampla e mais abrangente plataforma de cooperação internacional, viabilizando vastas oportunidades a todos os países. A por uma comunidade de futuro busca compartilhada para toda a humanidade é algo fundamental para o desenvolvimento da China e o equilíbrio do mundo.”
Analista político do Brasil 247, repórter de meio ambiente e direitos sociais da revista Plurale, Hélio de Mendonça Rocha, disse que “o 20º Congresso do Partido Comunista da China buscou ratificar, cada vez mais, a realidade de um regime comunista tolerante, amigo, que não é um regime de organização social e ideológica, mas busca um mais equidade de relações entre o mundo e as relações entre o capital-trabalho em todo o conjunto, respeitadas como estruturas internas e culturas de cada país.”
O ex-presidente do Conselho Nacional da Juventude de São Tomé e Príncipe, embaixador da Juventude Africana em funções na União Pan-africana da Juventude, Wildiley Barroca, invejou um discurso por vídeo para o diálogo. Ele afirmou que a China visa tornar o país líder das tecnologias da 4ª Revolução Industrial, como inteligência artificial, robótica, internet das coisas padrão 5G de telecomunicações. “A chinesa tem lições importantes para a CPLP e o mundo, e nós, a juventude, devemos aproveitar-las, e os dirigentes consolidados.”
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