Qual é o problema do governo brasileiro? Bando de grosseiros, reage ex-ministra de Sarkozy a ofensa de Guedes
A ex-ministra da Educação de Nicolas Sarkozy e atual presidente da região de Île-de-France, Valérie Précresse, não se conteve em seu Twitter, e exclamou: “Mas qual é o problema com o governo brasileiro? Depois de Jair Bolsonaro, o ministro da Economia? Bando de grosseiros! "
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
247 - Várias lideranças da oposição na França, da esquerda radical à extrema direita, demonstraram indignação nesta sexta-feira (6) após o ministro da Economia do Brasil, Paulo Guedes, dizer que a esposa do presidente francês, Brigitte Macron, era "realmente feia".
Os protestos vieram de nomes como Jean-Luc Mélenchon, da esquerda radical, até Valérie Précresse, da direita conservadora francesa. A informação é da Rádio França Internacional.
"O presidente disse isso, e essa é a verdade, essa mulher é realmente feia", disse Paulo Guedes, um ministro peso pesado do governo brasileiro, depois dos recentes comentários de Jair Bolsonaro sobre a esposa de Emmanuel Macron, um fato que provocou indignação na França e no Brasil. O ministro da Economia brasileiro pediu posteriormente desculpas por esta "piada".
Mas o episódio não passou em brancas nuvens na França. Nesta sexta-feira, a ex-ministra da Educação de Nicolas Sarkozy e atual presidente da região de Île-de-France, Valérie Précresse, não se conteve em seu Twitter, e exclamou:
“Mas qual é o problema com o governo brasileiro? Depois de Jair Bolsonaro, o ministro da Economia? Bando de grosseiros! Quando eles insultam Brigitte Macron, são todas as mulheres francesas que se sentem insultadas”, publicou, incluindo uma hashtag em português: #Vergonha.
iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popularAssine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247