Putin supervisiona manobras militares da Rússia com a China

Vladimir Putin participou nesta sexta-feira das maiores manobras militares do país, realizadas em parceria com a China

Vladimir Putin, observou exercício de quartel-general estratégico Cáucaso-2020 no centro de treinamento Kapustin Yar na região de Astrakhan. 25 de setembro de 2020
Vladimir Putin, observou exercício de quartel-general estratégico Cáucaso-2020 no centro de treinamento Kapustin Yar na região de Astrakhan. 25 de setembro de 2020 (Foto: Kremlin)


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247 - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, supervisionou nesta sexta-feira (25), as maiores manobras militares do país, chamadas Cáucaso-2020, das quais também participaram tropas da China e do Irã, entre outros países.

Putin supervisionou os exercícios no complexo militar de Kapustin Yar, na região de Astrakhan, banhada pelo Mar Cáspio, informa O Estado de S.Paulo.

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Valeri Gerasimov, chefe do Estado-Maior do Exército russo, mostrou a Putin o veículo de apoio e combate Terminator, que tem quatro lançadores de mísseis Ataka.

Os exercícios, que a Ucrânia, governada por golpistas, considera uma ameaça à sua segurança, também contaram com a estreia do lançador de mísseis TOS-2, que foi mostrado em público pela primeira vez neste ano no desfile militar pelo Dia da Vitória.

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Os sistemas antiaéreos S-400 e as baterias de mísseis táticos Iskander também entraram em ação, enquanto os fuzileiros russos desembarcaram na costa do Daguestão, no Mar Cáspio.

Acompanhado pelo ministro da Defesa, Serguei Shoigou, o chefe do Kremlin presenciou o voo dos helicópteros Mi-24, Mi-8 e Mi-26 e conferiu operações de mais de mil soldados aerotransportados.

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Além das 80 aeronaves, os bombardeiros estratégicos Tu-22 realizaram vários ataques contra alvos no solo durante os exercícios.

No total, quase 80 mil pessoas participaram dos exercícios terrestres, aéreos e marítimos - incluindo soldados, guardas nacionais e tropas de emergência - que são acompanhados por 70 adidos militares estrangeiros.

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Por sua vez, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) manifestou preocupação com a realização de manobras em território da Bielorrússia. 

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