Protestos no Irã rechaçam recente agitação apoiada pelo Ocidente

A morte da jovem Mahsa Amini provocou uma onda de protestos violentos pelo país

Apoiadores do governo iraniano se reuniram em um esforço para conter protestos apoiados pelo Ocidente
Apoiadores do governo iraniano se reuniram em um esforço para conter protestos apoiados pelo Ocidente (Foto: Majid Asgaripour/WANA via Reuters)


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247 - O Irã foi palco de uma série de manifestações em rechaço ao tumulto desencadeado pela morte da jovem Mahsa Amini. 

Em diversas cidades do país, incluindo a capital Teerã, os manifestantes pró-governo marcharam contra os atos de violência dos agitadores apoiados pelo Ocidente, que incendiaram cópias do Alcorão Sagrado, mesquitas e bandeiras nacionais. Pelo menos 41 pessoas morreram desde o início dos distúrbios, entre eles manifestantes e membros das forças de segurança da República Islâmica, de acordo com um número oficial.

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A agência estatal IRNA citou o chefe de polícia dizendo que uma grande quantidade de armas, munições e explosivos foi apreendida na posse de manifestantes, apontando para uma conspiração apoiada pelo Ocidente.

A mulher de 22 anos morreu depois de ser levada a uma delegacia de polícia em Teerã pela patrulha da Polícia Moral  para participar de uma aula de educação e orientação sobre padrões de vestimenta. A polícia alegou que Amini "de repente teve um problema cardíaco" enquanto estava detida, negando as acusações de que ela foi espancada por policiais. Na semana passada, a polícia iraniana divulgou imagens de câmeras de segurança que mostram Amini desmaiando na delegacia.

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A morte provocou protestos inflamados no país. Manifestantes em Sanandaj, capital da província do Curdistão do Irã, gritaram slogans como “morte ao ditador” e “morte a Khamenei” --contra o líder supremo Ali Khamenei--, e derrubaram uma faixa do comandante morto pelos EUA Qassem Soleimani. Algumas mulheres removeram seus hijabs durante os protestos em Saqqez, a cidade natal de Amini, também na província do Curdistão. 

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