"Promotor disparou", diz investigadora de morte na Argentina

A promotora Viviana Fein, que lidera o caso da morte de Alberto Nisman (o promotor argentino encontrado morto ontem) emitiu uma nota sobre o laudo da autópsia feita no corpo; segundo a comunicação, "não houve intervenção de terceiras pessoas" no caso; "De acordo com a autópsia, ele disparou a arma e não há dúvida", disse; no entanto, ela ainda afirma que pode se tratar de um "suicídio induzido"

A promotora Viviana Fein, que lidera o caso da morte de Alberto Nisman (o promotor argentino encontrado morto ontem) emitiu uma nota sobre o laudo da autópsia feita no corpo; segundo a comunicação, "não houve intervenção de terceiras pessoas" no caso; "De acordo com a autópsia, ele disparou a arma e não há dúvida", disse; no entanto, ela ainda afirma que pode se tratar de um "suicídio induzido"
A promotora Viviana Fein, que lidera o caso da morte de Alberto Nisman (o promotor argentino encontrado morto ontem) emitiu uma nota sobre o laudo da autópsia feita no corpo; segundo a comunicação, "não houve intervenção de terceiras pessoas" no caso; "De acordo com a autópsia, ele disparou a arma e não há dúvida", disse; no entanto, ela ainda afirma que pode se tratar de um "suicídio induzido" (Foto: Valter Lima)


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247 - A promotora Viviana Fein, que lidera o caso da morte de Alberto Nisman (o promotor argentino encontrado morto ontem, emitiu uma nota sobre o laudo da autópsia feita no corpo.

Segundo a comunicação, "não houve intervenção de terceiras pessoas" no caso. Para tornar a frase mais clara, ela deu entrevistas a rádios e para um canal de TV. "É certo que não houve intervenção de terceiros. De acordo com a autópsia, ele disparou a arma e não há dúvida", disse.

No entanto, ela ainda afirma que pode se tratar de um "suicídio induzido". A promotora espera resultados de outros exames para falar com mais certeza sobre a morte do seu colega.

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À rádio "América", Fein disse que o corpo de Nisman não tinha marcas de golpes. Também afirmou que a arma da onde saiu o disparo não era de Nisman, como a mídia argentina noticiou em um primeiro momento. "Pode ser que fosse emprestada de um amigo", declarou.

Ela diz que ainda espera o resultado de exame toxicológico e perícia técnica no apartamento e as gravações das câmeras de vídeo do prédio onde o fiscal morava.

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