Promessa de campanha de Netanyahu: manter o cerco à Palestina

A um dia da eleição, o primeiro-ministro de Israel disse nesta segunda-feira 16 que se oporá à criação de um Estado palestino, caso seja reeleito nas eleições legislativas marcadas para amanhã; "Todos os que querem a criação de um Estado palestino e a retirada dos territórios tornam esses territórios vulneráveis a ataques do extremismo islâmico contra o Estado de Israel. É essa a realidade que se impôs nos últimos anos"

A um dia da eleição, o primeiro-ministro de Israel disse nesta segunda-feira 16 que se oporá à criação de um Estado palestino, caso seja reeleito nas eleições legislativas marcadas para amanhã; "Todos os que querem a criação de um Estado palestino e a retirada dos territórios tornam esses territórios vulneráveis a ataques do extremismo islâmico contra o Estado de Israel. É essa a realidade que se impôs nos últimos anos"
A um dia da eleição, o primeiro-ministro de Israel disse nesta segunda-feira 16 que se oporá à criação de um Estado palestino, caso seja reeleito nas eleições legislativas marcadas para amanhã; "Todos os que querem a criação de um Estado palestino e a retirada dos territórios tornam esses territórios vulneráveis a ataques do extremismo islâmico contra o Estado de Israel. É essa a realidade que se impôs nos últimos anos" (Foto: Gisele Federicce)


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Da Agência Lusa

A um dia da eleição, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse nesta segunda-feira 16 que se oporá à criação de um Estado palestino, caso seja reeleito nas eleições legislativas marcadas para amanhã (16).

"Todos os que querem a criação de um Estado palestino e a retirada dos territórios tornam esses territórios vulneráveis a ataques do extremismo islâmico contra o Estado de Israel. É essa a realidade que se impôs nos últimos anos", disse Netanyahu em entrevista a um site.

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Perguntado se queria dizer que não haverá um Estado palestino se for eleito para um novo mandato, o primeiro-ministro respondeu: "exato".

As últimas pesquisas eleitorais dão uma pequena vantagem à aliança entre o Partido Trabalhista de Isaac Herzog e o Kadima de Tzipi Livni sobre o Likud de Benjamin Netanyahu.

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Em entrevista à rádio pública israelense, Netanyahu disse que "a realidade mudou" desde o discurso de junho de 2009 em que admitiu pela primeira vez publicamente a ideia de um Estado palestino ao lado de Israel. A declaração ficou conhecida como o discurso de Bar Ilan.

"Esse discurso foi feito antes da tempestade árabe – a chamada primavera árabe – que abalou o Oriente Médio e trouxe consigo o radicalismo islâmico. Qualquer território que fosse entregue agora seria tomado por radicais islâmicos", disse o primeiro-ministro israelense.

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"Não é possível aplicarmos o que foi definido no discurso de Bar Ilan quando tudo o que temos do outro lado é terrorismo. Não há forças de paz, não há parceiros de paz", acrescentou.

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