Primeiro-ministro peruano deixa o cargo quatro dias após ser nomeado

O presidente Pedro Castillo disse na sexta-feira que reorganizaria o gabinete

(Foto: Twitter/Congreso del Peru)


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LIMA (Reuters) - O primeiro-ministro peruano, Hector Valer, confirmou neste sábado que está deixando o cargo apenas quatro dias depois de ser nomeado para o cargo, após alegações de que ele espancou sua filha e sua falecida esposa, criando um novo vácuo de liderança na nação andina.

O presidente Pedro Castillo disse na sexta-feira que reorganizaria o Gabinete à luz das alegações, mas não abordou se Valer sairia.

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Castillo deve agora nomear seu quarto gabinete em apenas seis meses, que, segundo ele, incorporará representantes de vários grupos políticos. Não está claro quando um anúncio será feito.

Castillo, ex-professor e membro de um partido marxista-leninista, tem se movido cada vez mais para a direita desde que assumiu o cargo em julho passado.

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Seu primeiro primeiro-ministro foi um líder partidário de extrema esquerda, que foi substituído em outubro por um político de esquerda moderada, antes de Castillo nomear Valer nesta semana.

Valer é um legislador e católico conservador que concorreu com um partido de direita antes de desertar para se juntar a um bloco do Congresso que é amigo de Castillo.

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O primeiro-ministro do Peru é uma figura poderosa. O primeiro-ministro é o principal conselheiro do presidente e preside e ajuda a nomear o restante do Gabinete.

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