Presidente sírio denuncia cerco econômico
A Síria se encontra sob cerco econômico, devido às sanções internacionais impostas desde o início da guerra contra o país iniciada há oito anos - denunciou o presidente Bashar al-Assad neste domingo (10); 'A guerra contra a Síria começa a tomar uma nova forma baseada em um cerco econômico", disse Assad, em um comunicado da Presidência divulgado após reunião em Damasco com o vice-ministro chinês das Relações Exteriores, Chen Xiaodong
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247, com AFP - A Síria se encontra sob cerco econômico, devido às sanções internacionais impostas desde o início da guerra contra o país iniciada há oito anos - denunciou o presidente Bashar al-Assad neste domingo (10).
"A guerra contra a Síria começa a tomar uma nova forma baseada em um cerco econômico", disse Assad, em um comunicado da Presidência divulgado após reunião em Damasco com o vice-ministro chinês das Relações Exteriores, Chen Xiaodong.
"As ferramentas políticas internacionais mudaram", afirmou.
As potências - completou Assad - deixaram o diálogo de lado e adotaram "uma abordagem diferente representada pelo boicote, pela retirada de embaixadores, pelo cerco econômico e pelo emprego do terrorismo".
Os Estados Unidos e a União Europeia (UE) decidiram impor sanções econômicas contra personalidades e entidades do governo sírio, congelando seus ativos financeiros e proibindo qualquer comércio de armas e petróleo com Damasco.
Hoje, a Síria enfrenta a escassez de combustível, e os preços aumentaram consideravelmente para o gás de uso doméstico. Washington também trabalhou para restringir as entregas de petróleo, enquanto as principais reservas sírias, situadas no nordeste do país, ainda estão fora do controle do governo.
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