Presidente do Peru descarta renunciar por escândalo Odebrecht

Presidente do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, disse que não renunciará por conta de um escândalo envolvendo pagamentos feitos pela empreiteira brasileira Odebrecht há cerca de uma década para um empresa que ele controlava na época em que ocupava um cargo público; "Sou um homem honesto e o fui por toda a minha vida. Estou disposto a defender a verdade", disse; Kuczynski reconheceu que era dono da empresa Westfield Capital Ltd, mas afirmou que não a gerenciava enquanto ocupava cargos públicos e negou quaisquer irregularidades; líderes de vários partidos no Congresso controlado pela oposição prometeram buscar tirá-lo do poder caso ele não o deixe voluntariamente

Presidente do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, disse que não renunciará por conta de um escândalo envolvendo pagamentos feitos pela empreiteira brasileira Odebrecht há cerca de uma década para um empresa que ele controlava na época em que ocupava um cargo público; "Sou um homem honesto e o fui por toda a minha vida. Estou disposto a defender a verdade", disse; Kuczynski reconheceu que era dono da empresa Westfield Capital Ltd, mas afirmou que não a gerenciava enquanto ocupava cargos públicos e negou quaisquer irregularidades; líderes de vários partidos no Congresso controlado pela oposição prometeram buscar tirá-lo do poder caso ele não o deixe voluntariamente
Presidente do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, disse que não renunciará por conta de um escândalo envolvendo pagamentos feitos pela empreiteira brasileira Odebrecht há cerca de uma década para um empresa que ele controlava na época em que ocupava um cargo público; "Sou um homem honesto e o fui por toda a minha vida. Estou disposto a defender a verdade", disse; Kuczynski reconheceu que era dono da empresa Westfield Capital Ltd, mas afirmou que não a gerenciava enquanto ocupava cargos públicos e negou quaisquer irregularidades; líderes de vários partidos no Congresso controlado pela oposição prometeram buscar tirá-lo do poder caso ele não o deixe voluntariamente (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - O presidente do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, disse na quinta-feira que não renunciará por conta de um escândalo envolvendo pagamentos feitos pela empreiteira brasileira Odebrecht há cerca de uma década para um empresa que ele controlava na época em que ocupava um cargo público.

Em pronunciamento transmitido pela TV ao lado de integrantes de seu gabinete e parlamentares de seu partido, Kuczynski reconheceu que era dono da empresa Westfield Capital Ltd, mas afirmou que não a gerenciava enquanto ocupava cargos públicos e negou quaisquer irregularidades.

Antes do discurso de Kuczynski, líderes de vários partidos no Congresso controlado pela oposição prometeram buscar tirá-lo do poder caso ele não o deixe voluntariamente. O Força Popular, partido de direita que tem a maioria das cadeiras no Congresso, pediu que o presidente renunciasse até o final da quinta-feira.

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"Sou um homem honesto e o fui por toda a minha vida. Estou disposto a defender a verdade", disse Kuczynski, de 79 anos e um ex-banqueiro de Wall Street. Ele disse que abrirá mão de seu sigilo bancário e prometeu se submeter a questionamentos do Congresso e da procuradoria-geral do país.

A Odebrecht está no centro do maior escândalo de corrupção da América Latina desde que admitiu subornar políticos em mais de dez países. A empreiteira não citou publicamente aqueles que teriam recebido propinas no Peru, mas prometeu colaborar com as autoridades para determinar quem participou de seus esquemas.

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A promessa de Kuczynski de resistir após uma semana de escalada nas tensões pode ampliar a pior crise política no Peru desde que o ex-presidente Alberto Fujimori fugiu do país em meio a um escândalo de corrupção em 2000.

O mais recente escândalo abalou os mercados de uma das economias mais estáveis da região e segundo maior produtor mundial de cobre.

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