Presidente do Equador condena “golpes brandos” no Brasil e na Argentina
Presidente do Equador, Rafael Correa, reiterou sua "contundente rejeição" ao que definiu como "golpes brandos" que tiveram os ex-presidentes do Brasil Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, e Cristina Kirchner, da Argentina, como vítimas; ele também denunciou o que ele definiu como uma "perseguição" a Lula, "um simples operário que passou a dirigir a maior economia da América Latina"; Correa disse, ainda, que a mesma situação está sendo replicada contra Cristina Kirchner, na Argentina
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247 - O presidente do Equador, Rafael Correa, reiterou sua "contundente rejeição" ao que definiu como "golpes brandos" que tiveram os ex-presidentes do Brasil Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, e Cristina Kirchner, da Argentina, como vítimas. Correa disse, durante discurso na XXV Cúpula Ibero-Americana em Cartagena de Indias, que as autoridades e os investigadores "não puderam encontrar um mínimo de corrupção" contra Dilma.
"Mas como já a tinham condenado, encontraram um tema administrativo para destituí-la", afirmou Correa referindo-se ao precoce de impeachment que afastou a presidente Dilma Rousseff do cargo para o qual havia sido eleita democraticamente.
O presidente equatoriano também denunciou o que ele definiu como uma "perseguição" a Lula, "um simples operário que passou a dirigir a maior economia da América Latina". Segundo ele, a mesma situação, agora, está sendo replicada contra Cristina Kirchner, na Argentina.
Correa aproveitou a ocasião para reafirmar a "eterna solidariedade" do Equador a Cuba e taxou o bloqueio econômico norte- americano contra a nação caribenha como "criminoso". "O mais claro abuso e desprezo à soberania dos povos", completou.
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