Presidente de Cuba chama relatório dos EUA de "indigno, imoral e mentiroso"

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, rejeitou nesta quinta-feira (1º) a "indigna, imoral e mentirosa acusação do Departamento de Estado", que em seu relatório anual denuncia a falta de eleições livres e casos de tortura na ilha

Miguel Díaz-Canel
Miguel Díaz-Canel (Foto: Sputnik)


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247 - O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, criticou severamente nesta quinta-feira (1º) a "indigna, imoral e mentirosa acusação do Departamento de Estado" ao seu país. "Eles recorrem à infame retórica de sempre para caluniar uma ilha heroica que sofre um bloqueio criminoso imposto pelo governo dos EUA, causando enorme prejuízo ao povo cubano", afirmou Díaz-Canel.

Em seu relatório anual sobre os direitos humanos, publicado na terça-feira, o Departamento de Estado americano lamentou as contínuas "restrições" à liberdade de expressão em Cuba, e afirmou que neste Estado "autoritário" há denúncias de execuções extrajudiciais, desaparecimentos forçados e casos de tortura, informa o UOL.

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O ministro cubano das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, chamou o relatório de "enganoso e politizado", lembrando os "indicadores de justiça social, respeito e proteção aos direitos humanos" de sua população, dos quais Cuba, sob o embargo dos Estados Unidos desde 1962, se orgulha.

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