Presidente da Coreia do Sul chora e pede desculpas por desastre com balsa

Com lágrimas nos olhos, a presidente sul-coreana, Park Geun-hye, formalmente pediu desculpas nesta segunda-feira pelo desastre com a balsa que matou cerca de 300 pessoas em abril, a maior parte delas crianças, e disse que punirá a guarda costeira por ter fracassado no cumprimento de sua obrigação

South Korea's President Park Geun-Hye speaks during a commemorative ceremony for the U.N.-Allied Nations Korean War Veterans, ahead of the 60th anniversary of the end of the conflict, at the U.N. Memorial Cemetery in Busan July 22, 2013. REUTERS/Jung Yeon
South Korea's President Park Geun-Hye speaks during a commemorative ceremony for the U.N.-Allied Nations Korean War Veterans, ahead of the 60th anniversary of the end of the conflict, at the U.N. Memorial Cemetery in Busan July 22, 2013. REUTERS/Jung Yeon (Foto: Gisele Federicce)


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Por Jack Kim

SEUL (Reuters) - Com lágrimas nos olhos, a presidente sul-coreana, Park Geun-hye, formalmente pediu desculpas nesta segunda-feira pelo desastre com a balsa que matou cerca de 300 pessoas em abril, a maior parte delas crianças, e disse que punirá a guarda costeira por ter fracassado no cumprimento de sua obrigação.

Park vem sendo alvo de ampla contestação nacional por causa da resposta do governo ao pior desastre marítimo civil da Coreia do Sul em 20 anos, e pela aparente lenta e ineficaz operação de resgate.

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Pesquisas mostram que o apoio a Park caiu mais de 20 pontos percentuais desde o desastre de 16 de abril.

"Eu peço desculpas à nação pela dor e sofrimento que todos sentiram, pois o presidente deve ser responsável pela segurança e pelas vidas das pessoas", disse Park em um discurso nacional televisionado, seu primeiro desde que a balsa Sewol virou e afundou com 476 pessoas, entre passageiros e membros da tripulação.

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Pelo menos 286 pessoas morreram e 18 permanecem feridas. Apenas 172 foram resgatadas. Dos passageiros, 339 eram crianças e seus professores em uma excursão nos arredores de Seul.

Park prometeu reformas para melhorar a fiscalização, assim como uma dura punição para funcionários públicos e empresas cuja negligência coloque a vida de pessoas em risco.

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