Premiê da Islândia renuncia após cair no ‘Panamá Papers’

Primeiro-ministro da Islândia, Sigmundur David Gunnlaugsson, renunciou nesta terça-feira 5; decisão foi adotada em uma reunião de seu partido, horas depois de ele ter pedido a dissolução do Parlamento ao presidente do país, Olafur Ragnar Grimsson; documentos do grupo Mossack Fonseca revelaram uma offshore criada pela esposa de Gunnlaugsson nas Ilhas Virgens britânicas em 2007 para administrar sua fortuna, fato omitido por ele às autoridades

Primeiro-ministro da Islândia, Sigmundur David Gunnlaugsson, renunciou nesta terça-feira 5; decisão foi adotada em uma reunião de seu partido, horas depois de ele ter pedido a dissolução do Parlamento ao presidente do país, Olafur Ragnar Grimsson; documentos do grupo Mossack Fonseca revelaram uma offshore criada pela esposa de Gunnlaugsson nas Ilhas Virgens britânicas em 2007 para administrar sua fortuna, fato omitido por ele às autoridades
Primeiro-ministro da Islândia, Sigmundur David Gunnlaugsson, renunciou nesta terça-feira 5; decisão foi adotada em uma reunião de seu partido, horas depois de ele ter pedido a dissolução do Parlamento ao presidente do país, Olafur Ragnar Grimsson; documentos do grupo Mossack Fonseca revelaram uma offshore criada pela esposa de Gunnlaugsson nas Ilhas Virgens britânicas em 2007 para administrar sua fortuna, fato omitido por ele às autoridades (Foto: Aquiles Lins)


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247 - O primeiro-ministro da Islândia, Sigmundur David Gunnlaugsson, renunciou nesta terça-feira, 5, ao cargo. Decisão foi adotada em uma reunião de seu partido, horas depois de ele ter pedido a dissolução do Parlamento ao presidente do pais, Olafur Ragnar Grimsson.

Documentos do grupo Mossack Fonseca revelaram a existência de uma offshore criada pela esposa de Gunnlaugsson nas Ilhas Virgens britânicas em 2007 para administrar sua fortuna.

De acordo com os documentos publicados pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ), o primeiro-ministro possuía 50% da empresa offshore até o fim de 2009. Mas, quando foi eleito deputado pela primeira vez, em abril de 2009, ele omitiu a participação em sua declaração de patrimônio.

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