Premiê britânica é derrotada no Parlamento sobre projeto do Brexit
O governo da primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, foi derrotado nesta quarta-feira, quando parlamentares forçaram mudanças nos planos do Brexit que alguns ministros disseram poder colocar em perigo a saída do Reino Unido da União Europeia; num golpe para May, já enfraquecida após perder a maioria do seu Partido Conservador em uma eleição em junho, o Parlamento de 650 assentos votou por 309 a 305 a favor de uma emenda para dar mais voz a parlamentares sobre um acordo final de saída da União Europeia
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Agência Brasil
O governo da primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, foi derrotado nesta quarta-feira (13), quando parlamentares forçaram mudanças nos planos do Brexit que alguns ministros disseram poder colocar em perigo a saída do Reino Unido da União Europeia. A informação é da Reuters.
Em um golpe para May, já enfraquecida após perder a maioria do seu Partido Conservador em uma eleição em junho, o Parlamento de 650 assentos votou por 309 a 305 a favor de uma emenda para dar mais voz a parlamentares sobre um acordo final de saída da União Europeia (US).
Até o último minuto de um debate frequentemente amargo no Parlamento, a equipe de May tentou convencer parlamentares de seu partido a desistirem de suas demandas e ficarem ao lado de um governo temeroso de que a ação enfraqueça sua mão nas duras negociações do Brexit.
Membros do Parlamento estão debatendo o projeto de lei de saída da UE, que irá revogar a legislação de 1972 vinculando o Reino Unido à União Europeia e copiar leis existentes da UE como leis internas para garantir continuidade legal após o "Dia da Saída", em 29 de março de 2019.
Em foco nesta quarta-feira estava uma emenda apresentada pelo parlamentar conservador e ex-procurador-geral Dominic Grieve, que quer que o Parlamento tenha um voto significativo em qualquer acordo antes que o mesmo seja finalizado ou transformado em lei.
"Há um momento para todos se levantarem e serem considerados", disse Grieve ao Parlamento mais cedo, criticando alguns colegas membros do Partido Conservador por lhe chamarem de traidor por causa da decisão de votar contra o governo.
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