Porta-voz de Obama minimiza revelações de Jucá

Durante entrevista diária concedida a jornalistas, o porta-voz Mark Toner foi questionado sobre as gravações que tiraram Romero Jucá do ministério do Planejamento; "Não é hora de considerar que o que aconteceu no Brasil pode ter sido um golpe sem sangue ou um golpe brando?", indagou um jornalista; Mark Toner se limitou a dizer que "você está falando de mudanças internas do governo brasileiro, eu indicaria que fale com eles sobre esses processos"; "Nós acreditamos que [o Brasil] tem uma democracia e instituições fortes o suficiente para navegar nesta crise", reiterou

Durante entrevista diária concedida a jornalistas, o porta-voz Mark Toner foi questionado sobre as gravações que tiraram Romero Jucá do ministério do Planejamento; "Não é hora de considerar que o que aconteceu no Brasil pode ter sido um golpe sem sangue ou um golpe brando?", indagou um jornalista; Mark Toner se limitou a dizer que "você está falando de mudanças internas do governo brasileiro, eu indicaria que fale com eles sobre esses processos"; "Nós acreditamos que [o Brasil] tem uma democracia e instituições fortes o suficiente para navegar nesta crise", reiterou
Durante entrevista diária concedida a jornalistas, o porta-voz Mark Toner foi questionado sobre as gravações que tiraram Romero Jucá do ministério do Planejamento; "Não é hora de considerar que o que aconteceu no Brasil pode ter sido um golpe sem sangue ou um golpe brando?", indagou um jornalista; Mark Toner se limitou a dizer que "você está falando de mudanças internas do governo brasileiro, eu indicaria que fale com eles sobre esses processos"; "Nós acreditamos que [o Brasil] tem uma democracia e instituições fortes o suficiente para navegar nesta crise", reiterou (Foto: Aquiles Lins)


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Do Jornal GGN - Durante entrevista diária concedida a jornalistas, o porta-voz Mark Toner foi questionado sobre as gravações que tiraram Romero Jucá do ministério do Planejamento, mas só repetiu o discurso de que o governo dos EUA acredita que os "processos democráticos do Brasil são estáveis o bastante para suportar esta crise política".

Um repórter questionou se as gravações reveladas não mudariam a opinião americano sobre o afastamento da presidente Dilma. "Não é hora de considerar que o que aconteceu no Brasil pode ter sido um golpe sem sangue ou um golpe brando?", indagou o jornalista. O mesmo repórter insistiu no tema, questionando "foi mesmo um processo democrático?".

Mark Toner se limitou a dizer que "você está falando de mudanças internas do governo brasileiro, eu indicaria que fale com eles sobre esses processos". "Nós acreditamos que [o Brasil] tem uma democracia e instituições fortes o suficiente para navegar nesta crise", reiterou o porta-voz.

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Na semana passada, em um debate na Organização dos Estados Americanos (OEA), o representante dos EUA na entidade Michael Fitzpatrick negou que haja um golpe em curso no Brasil. Foi a primeira vez que o governo americano rejeitou com todas as letras a noção de que o processo de impeachment seja um golpe.

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