‘Por refugiados, Alemanha está abrindo precedentes para poligamia e casamento infantil’

Parlamentar europeu do partido de direita AfD, Jorg Meuthen criticou as autoridades da Alemanha por permitir que um refugiado sírio vivesse ilegalmente com duas esposas, um movimento que pode ter criado jurisprudência para que outros façam o mesmo; "De acordo com o sistema de valores estabelecido na constituição alemã, não existe a menor dúvida sobre a ilegalidade da poligamia e do casamento infantil. É tempo de acabar com isso parando a [chanceler] Angela Merkel, que desrespeita a lei aplicável desde que ela estava no poder e colocou nosso estado em risco de falhar", disse

Parlamentar europeu do partido de direita AfD, Jorg Meuthen criticou as autoridades da Alemanha por permitir que um refugiado sírio vivesse ilegalmente com duas esposas, um movimento que pode ter criado jurisprudência para que outros façam o mesmo; "De acordo com o sistema de valores estabelecido na constituição alemã, não existe a menor dúvida sobre a ilegalidade da poligamia e do casamento infantil. É tempo de acabar com isso parando a [chanceler] Angela Merkel, que desrespeita a lei aplicável desde que ela estava no poder e colocou nosso estado em risco de falhar", disse
Parlamentar europeu do partido de direita AfD, Jorg Meuthen criticou as autoridades da Alemanha por permitir que um refugiado sírio vivesse ilegalmente com duas esposas, um movimento que pode ter criado jurisprudência para que outros façam o mesmo; "De acordo com o sistema de valores estabelecido na constituição alemã, não existe a menor dúvida sobre a ilegalidade da poligamia e do casamento infantil. É tempo de acabar com isso parando a [chanceler] Angela Merkel, que desrespeita a lei aplicável desde que ela estava no poder e colocou nosso estado em risco de falhar", disse (Foto: Leonardo Lucena)


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Agência Sputnik - Em entrevista à Sputnik, o parlamentar europeu do partido de direita AfD, Jorg Meuthen criticou as autoridades do país por permitir que um refugiado sírio vivesse ilegalmente com duas esposas, um movimento que pode ter criado jurisprudência para que outros façam o mesmo.

Nos últimos dias, a mídia alemã informou sobre um refugiado sírio chamado Ahmad morando no estado de Schleswig-Holstein, no norte do país, com suas duas esposas e seis filhos. O homem, que é um adepto da lei da Sharia, foi autorizado a trazer a segunda esposa para a Alemanha, apesar da proibição do país sobre a poligamia.

"A Alemanha deve ter ficado totalmente insana para estabelecer este precedente fatal para que mais requerentes de asilo reivindiquem o mesmo. Não é para as autoridades locais decidir sobre tais casos. De acordo com o sistema de valores estabelecido na constituição alemã, não existe a menor dúvida sobre a ilegalidade da poligamia e do casamento infantil. É tempo de acabar com isso parando a [chanceler] Angela Merkel, que desrespeita a lei aplicável desde que ela estava no poder e colocou nosso estado em risco de falhar", disse Meuthen.

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A família do refugiado sírio alegadamente vive unicamente de benefícios, recebendo um apartamento e várias formas de ajuda financeira, incluindo subsídios para crianças e serviços de saúde gratuitos.

Além disso, Ahmad teria recebido uma autorização de trabalho na Alemanha, mas optou por ficar com seus filhos em vez de encontrar trabalho.

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Apesar da prevalência da história de Ahmad, este não é primeiro caso em que autoridades  permitem a poligamia para os refugiados sírios na Alemanha. Oliver Carstens, porta-voz da cidade de Pinneberg, onde a família de Ahmad vive, disse em uma entrevista à revista Bild que embora a permissão da poligamia para os refugiados sírios na Alemanha tivesse sido aprovada, os pedidos eram analisados individualmente.

O caso, porém, acentuou a percepção do público que, ao permitir o reagrupamento familiar de certos refugiados sírios que vivem na Alemanha, o governo do país autorizaria a poligamia no país. Parte da população teme que outros refugiados entrem na justiça para conseguir os mesmos direitos.

Desde 2015, migrantes e refugiados estão fugindo do Oriente Médio e da África para a Europa devido a hostilidades e agudas crises econômicas e humanitárias nessas regiões. A Alemanha é um dos Estados da UE que aceitou centenas de milhares de refugiados e requerentes de asilo na tentativa de abordar a situação.

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