Polícia argentina dispara balas de borracha em manifestantes contrários a medidas de austeridade

A polícia argentina disparou balas de borracha, lançou bombas de gás lacrimogêneo e canhões de água contra manifestantes que marchavam nesta quarta-feira em frente ao Congresso contrários ao Orçamento de 2019 do governo, que tem executada diversas medidas de austeridade; milhares de ativistas se reuniram, liderados por professores, organizações sociais e grupos de esquerda contrários às medidas de austeridade do presidente argentino, Mauricio Macri

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Por Gabriel Burin e Maximilian Heath

BUENOS AIRES (Reuters) - A polícia argentina disparou balas de borracha, lançou bombas de gás lacrimogêneo e canhões de água contra manifestantes que marchavam nesta quarta-feira em frente ao Congresso contrários ao Orçamento de 2019 do governo, que traz acentuados cortes de gastos com o objetivo de reduzir o déficit fiscal do país.

Milhares de ativistas se reuniram, liderados por professores, organizações sociais e grupos de esquerda contrários às medidas de austeridade do presidente argentino, Mauricio Macri.

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Pequenos aglomerados de manifestantes jogaram pedras, pedaços de madeira e lixo em policiais que atiravam balas de borracha e usavam barreiras de metal para conter a multidão.

Alguns manifestantes foram vistos atirando latas de gás lacrimogêneo de volta nos cordões policiais. Autoridades rapidamente reforçaram a segurança com um grande grupo de policiais em motocicletas que avançou sobre a multidão.

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As mesmas medidas de controle de manifestação foram usadas para conter manifestantes no fim do ano passado, quando o Congresso aprovou cortes ao sistema previdenciário da Argentina.

Parlamentares começaram a discutir o Orçamento em uma sessão no plenário pouco antes do meio-dia. Macri precisa que ele seja aprovado para manter seu plano de ajuste econômico e continuar esforços para tirar a economia argentina da recessão.

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