Plano de segurança nacional dos EUA aponta China e Rússia como rivais
Chamando a China e a Rússia de "potências rivais", o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou nesta segunda-feira sua Estratégia de Segurança Nacional (NSS, na sigla em inglês), centrada em sua política de "EUA em primeiro lugar"; Trump criticou o Paquistão, a Coreia do Norte e as relações e acordos feitos pelos seus antecessores com os outros países, como o acordo nuclear do Irã; Trump ainda chamou a Rússia e a China de potências rivais, mas afirmou que os EUA devem construir uma ótima parceira com eles
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247 - Chamando a China e a Rússia de "potências rivais", o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou nesta segunda-feira sua Estratégia de Segurança Nacional (NSS, na sigla em inglês), centrada em sua política de "EUA em primeiro lugar". Em seu discurso, o presidente criticou seus antecessores, afirmando que os ex-presidentes fizeram acordos que não foram bons para os EUA e tomaram decisões na Segurança Nacional que os americanos não aprovaram, dando como exemplo a abertura das fronteiras do país.
A nova NSS foca em quatro temas principais: proteger a nação, promover a prosperidade americana, demonstrar paz através da força e avançar com a influência americana num mundo competitivo. A estratégia de Trump enfatiza que a segurança econômica é segurança nacional e demonstra que os EUA estão interessados em relacionamentos que são justos e recíprocos, inclusive com aliados como a Otan.
No discurso, o presidente criticou o Paquistão, a Coreia do Norte e as relações e acordos feitos pelos seus antecessores com os outros países, como o acordo nuclear do Irã. Trump ainda chamou a Rússia e a China de potências rivais, mas afirmou que os EUA devem construir uma ótima parceira com eles. O documento divulgado antes do discurso do presidente detalha as ameaças de "regimes pária" como a Coreia do Norte e diz que a China e a Rússia desafiam o poder, a influência e os interesses dos EUA, tentando erradicar a segurança e a prosperidade do país, classificando-os como "potências revisionistas".
As informações são de reportagem de O Globo.
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