Pivô de escândalo, panamenho denuncia quebra de privacidade

Ramon Fonseca, diretor do escritório panamenho Mossack Fonseca, especializado na abertura de companhias offshore, disse que sua empresa é vítima de "uma campanha internacional contra a privacidade"; jornal alemão Suddeutsche Zeitung disse ter recebido um total de 11,5 milhões de documentos vazados do centro de dados do escritório de advocacia, e compartilhou os documentos com mais de 100 outros meios de comunicação internacionais; documentos apontam que a Mossack Fonseca criou ou gerenciou cerca de 100 empresas offshore para ao menos 57 indivíduos ou empresas já relacionados ao esquema de corrupção na Petrobras investigado pela operação Lava Jato

Ramon Fonseca, diretor do escritório panamenho Mossack Fonseca, especializado na abertura de companhias offshore, disse que sua empresa é vítima de "uma campanha internacional contra a privacidade"; jornal alemão Suddeutsche Zeitung disse ter recebido um total de 11,5 milhões de documentos vazados do centro de dados do escritório de advocacia, e compartilhou os documentos com mais de 100 outros meios de comunicação internacionais; documentos apontam que a Mossack Fonseca criou ou gerenciou cerca de 100 empresas offshore para ao menos 57 indivíduos ou empresas já relacionados ao esquema de corrupção na Petrobras investigado pela operação Lava Jato
Ramon Fonseca, diretor do escritório panamenho Mossack Fonseca, especializado na abertura de companhias offshore, disse que sua empresa é vítima de "uma campanha internacional contra a privacidade"; jornal alemão Suddeutsche Zeitung disse ter recebido um total de 11,5 milhões de documentos vazados do centro de dados do escritório de advocacia, e compartilhou os documentos com mais de 100 outros meios de comunicação internacionais; documentos apontam que a Mossack Fonseca criou ou gerenciou cerca de 100 empresas offshore para ao menos 57 indivíduos ou empresas já relacionados ao esquema de corrupção na Petrobras investigado pela operação Lava Jato (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - O chefe de um escritório de advocacia do Panamá que foi alvo de um grande vazamento de dados financeiros internacionais negou no domingo ter cometido qualquer irregularidade, e disse que sua empresa é vítima de "uma campanha internacional contra a privacidade".

O jornal alemão Suddeutsche Zeitung disse ter recebido um total de 11,5 milhões de documentos vazados do centro de dados do escritório de advocacia, e compartilhou os documentos com mais de 100 outros meios de comunicação internacionais, assim como o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, na sigla em inglês).

Ramon Fonseca, diretor do escritório panamenho Mossack Fonseca, especializado na abertura de companhias offshore, disse em entrevista por telefone à Reuters que sua empresa sofreu um bem-sucedido, porém "limitado", ataque cibernético.

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Fonseca, cofundador da firma e até março importante autoridade do governo do Panamá, disse que sua firma formou mais de 240 mil companhias, acrescentando que a "grande maioria" foi usada para "fins legítimos".

O relatório do ICIJ publicado no domingo detalha bilhões de dólares de transações financeiras obscuras feitas por diversas contas offshore.

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Os documentos apreendidos apontam que a Mossack Fonseca criou ou gerenciou cerca de 100 empresas offshore para ao menos 57 indivíduos ou empresas já relacionados ao esquema de corrupção na Petrobras> investigado pela operação Lava Jato, de acordo com reportagens.

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