Pesquisa mostra que 40% querem que Merkel renuncie por política para refugiados

Chanceler Angela Merkel, que obteve recordes de alta popularidade no início do ano, tem sido cada vez mais isolada nos últimos meses por membros de sua base conservadora que vêm pressionando-a para que tome uma atitude mais dura com os que buscam asilo no país

Chanceler Angela Merkel, que obteve recordes de alta popularidade no início do ano, tem sido cada vez mais isolada nos últimos meses por membros de sua base conservadora que vêm pressionando-a para que tome uma atitude mais dura com os que buscam asilo no país
Chanceler Angela Merkel, que obteve recordes de alta popularidade no início do ano, tem sido cada vez mais isolada nos últimos meses por membros de sua base conservadora que vêm pressionando-a para que tome uma atitude mais dura com os que buscam asilo no país (Foto: Roberta Namour)


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BERLIM (Reuters) - Quarenta por cento dos alemães querem que a chanceler Angela Merkel renuncie por causa da política para refugiados, mostrou nesta sexta-feira uma pesquisa, indicando a crescente insatisfação com as medidas tomadas por seu governo para acolher aqueles que fogem de conflitos e crise econômica na África e Oriente Médio.

Merkel, que obteve recordes de alta popularidade no início do ano, tem sido cada vez mais isolada nos últimos meses por membros de sua base conservadora que vêm pressionando-a para que tome uma atitude mais dura com os que buscam asilo no país.

A pesquisa, realizada pelo Insa para a revista Focus, entrevistou 2.047 alemães entre 22 e 25 de janeiro e mostrou que 45,2 por cento acreditam que a política para refugiados de Merkel não é motivo para ela renunciar. Essa foi a primeira vez que a pesquisa perguntou se ela deveria renunciar.

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(Texto de Paul Carrel)

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