Pesquisa: maioria dos argentinos não sabe que Bolsonaro será presidente
De acordo com uma pesquisa do Centro de Opinião Pública da Universidade de Belgrano, 61% da população do país vizinho não sabe que Jair Bolsonaro será o presidente do Brasil a partir do próximo dia 1º de janeiro; apenas 39% dos argentinos sabe quem é Bolsonaro e, dentro dessa porcentagem, outro 39% vê o governante brasileiro eleito como algo negativo para a Argentina
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Agência EFE - A grande maioria dos argentinos - 61% da população do país vizinho, para ser mais exato - não sabe que Jair Bolsonaro será o presidente do Brasil a partir do próximo dia 1º de janeiro.
Uma pesquisa do Centro de Opinião Pública da Universidade de Belgrano indica que apenas 39% dos argentinos sabe quem é Bolsonaro e, dentro dessa porcentagem, outro 39% vê o governante brasileiro eleito como algo negativo para a Argentina.
Além disso, a pesquisa apontou que a maioria dos argentinos pensa que tanto o presidente Mauricio Macri como a ex-presidente, Cristina Kirchner, voltarão a concorrer nas eleições presidenciais marcadas para o último trimestre de 2019.
Concretamente, 58% dos indagados assegurou que Cristina tentará voltar à Casa Rosada, enquanto 60% respondeu da mesma maneira a respeito de Macri.
Já no âmbito econômico, a maioria dos argentinos considera que a economia do país terá em 2019 resultados iguais ou piores que os de 2018, no qual a Argentina entrou em uma crise econômica com alta inflação, desvalorização da moeda local e o pedido de um resgate ao Fundo Monetário Internacional (FMI).
A pesquisa da Universidade de Belgrano indica que 38% dos consultados acredita que a situação econômica do país piorará e 20% considera que se manterá igual, enquanto 40% afirmou que a economia melhorará.
Além disso, o 2% restante não deu uma resposta a essa pergunta e, com relação à evolução da inflação, 38% dos consultados acredita que os dados melhorarão, 34% afirmou que piorarão e 24% opinou que os preços se manterão nos mesmos níveis atuais.
A Argentina fechará este ano com índices inflacionários próximos a 47,6%, segundo analistas consultados pelo Banco Central.
O FMI aprovou em outubro a ampliação para US$ 56,3 bilhões de um crédito inicialmente solicitado pela Argentina no último mês de maio.
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