Peru critica agência da ONU por nomear ex-primeira dama sob investigação

Peru criticou a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) por contratar a ex-primeira-dama Nadine Heredia como diretora sediada em Genebra por ela ainda ser suspeita em uma investigação de lavagem de dinheiro; Ministério das Relações Exteriores peruano emitiu comunicado expressando seu "desagrado e protesto" com a contratação já que Heredia e seu marido, o ex-presidente Ollanta Humala, são suspeitos de receberem fundos ilícitos do governo da Venezuela e de empreiteiras brasileiras

Peru criticou a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) por contratar a ex-primeira-dama Nadine Heredia como diretora sediada em Genebra por ela ainda ser suspeita em uma investigação de lavagem de dinheiro; Ministério das Relações Exteriores peruano emitiu comunicado expressando seu "desagrado e protesto" com a contratação já que Heredia e seu marido, o ex-presidente Ollanta Humala, são suspeitos de receberem fundos ilícitos do governo da Venezuela e de empreiteiras brasileiras
Peru criticou a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) por contratar a ex-primeira-dama Nadine Heredia como diretora sediada em Genebra por ela ainda ser suspeita em uma investigação de lavagem de dinheiro; Ministério das Relações Exteriores peruano emitiu comunicado expressando seu "desagrado e protesto" com a contratação já que Heredia e seu marido, o ex-presidente Ollanta Humala, são suspeitos de receberem fundos ilícitos do governo da Venezuela e de empreiteiras brasileiras (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - O Peru criticou a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) na quarta-feira por contratar a ex-primeira-dama Nadine Heredia como diretora sediada em Genebra por ela ainda ser suspeita em uma investigação de lavagem de dinheiro.

O Ministério das Relações Exteriores do país sul-americano emitiu um comunicado expressando seu "desagrado e protesto" com a contratação, que ocorre em meio a alegações de procuradores públicos segundo as quais Heredia e seu marido, o ex-presidente Ollanta Humala, receberam fundos ilícitos do governo da Venezuela e de empreiteiras brasileiras.

"Vemos isto como uma interferência em uma investigação pública de enorme sensibilidade nacional", disse o chanceler peruano, Ricardo Luna, à emissora local RPP.

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No início deste ano, um juiz proibiu Heredia de sair do Peru enquanto suas finanças são analisadas, mas os procuradores ainda não apresentaram acusações contra ela ou Humala no caso de grande repercussão.

As objeções de Lima surgem no momento em que o atual presidente, Pedro Pablo Kuczynski, vem procurando reforçar suas credenciais anticorrupção depois de um assessor ser demitido por parecer tramar atos corruptos em gravações de áudio vazadas.

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A FAO defendeu sua decisão de contratar Heredia como diretora do escritório de ligação da entidade na cidade suíça, dizendo que suas restrições de viagem expiraram em outubro e não foram renovadas.

"A escolha da senhora Heredia foi transparente, aplicando procedimentos competitivos costumeiros e baseada em um processo seletivo rigoroso", disse a Fao em um comunicado. "O caso no Peru não representa qualquer impedimento para que ela desempenhe sua nova função".

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