Pequim: qualquer tentativa de criar '2 Chinas' a nível internacional fracassará

O Ministério das Relações Exteriores da China reagiu negativamente à visita de um ex-secretário-geral da OTAN a Taiwan, que está realizando reuniões com altos responsáveis da ilha

(Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Illustration)


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Sputnik - O Ministério das Relações Exteriores da China reagiu negativamente à visita de um ex-secretário-geral da OTAN a Taiwan, que está realizando reuniões com altos responsáveis da ilha.

 Qualquer tentativa na arena internacional de criar "duas Chinas" está condenada ao fracasso, disse na quarta-feira (4) Mao Ning, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês.

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 Anders Rasmussen, ex-secretário geral da OTAN e fundador da Fundação Aliança das Democracias, está de visita a Taiwan de terça-feira (3) a quinta-feira (5). Ele informou previamente se encontraria com Tsai Ing-wen, presidente de Taiwan, William Lai, vice-presidente, Joseph Wu, ministro das Relações Exteriores de Taiwan, e outros funcionários. Os temas incluem a liberdade e democracia e a "ameaça" chinesa no estreito de Taiwan.

 Rasmussen foi primeiro-ministro da Dinamarca de 2001 a 2009 e secretário-geral da OTAN de 2009 a 2014.

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  Durante a reunião de quarta-feira (4) Tsai Ing-wen frisou que o território autogovernado continuaria melhorando suas capacidades de defesa e, junto com outros aliados da frente democrática, manteria a paz, a segurança e a estabilidade no Indo-Pacífico, à medida que enfrentava "um autoritarismo cada vez maior".

 "Há apenas uma China no mundo, Taiwan é parte integrante dela. A questão de Taiwan não é uma questão de democracia ou de direitos humanos. É uma questão de unidade e integridade territorial da China", comentou Mao Ning, sublinhando que qualquer tentativa internacional de criar "duas Chinas" está condenada ao fracasso.

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 As tensões em torno de Taiwan têm subido nos últimos anos em meio ao cada vez maior apoio dos EUA ao território, o que é visto na China como uma tentativa de criar uma fortaleza antichinesa. Pequim também vê a posição de Washington como contrariando a ideia de Uma Só China aceita publicamente pelo último, e os três comunicados conjuntos sino-americanos, sobre a indivisibilidade do território chinês.

 

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