Pequim insta EUA a interromper operações no Mar do Sul da China

Segundo os chineses, esta seria a "solução fundamental" para evitar riscos militares na área

Navios chineses em um recife das ilhas Spratly
Navios chineses em um recife das ilhas Spratly (Foto: Reuters)


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Sputnik - Os militares chineses instaram os EUA a não mais enviarem navios e aeronaves ao Mar do Sul da China, revelou o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Tan Kefei, nesta quinta-feira (30), ao jornal South China Morning Post.

Segundo o coronel, a "solução fundamental" para evitar riscos militares é que os EUA interrompam suas operações em águas reivindicadas pela China.

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O pedido foi feito durante negociações sobre segurança marítima entre os dias 15 e 17 de dezembro.

"Os exercícios prolongados e intensivos dos navios e das aeronaves militares dos EUA e suas frequentes atividades provocativas são a fonte de riscos para a segurança marítima e aérea sino-americana", disse Tan Kefei ao South China Morning Post.

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O porta-voz do Ministério da Defesa explicou que a reunião virtual, de três dias de duração, contou com a participação de representantes da Marinha e Força Aérea do Exército de Libertação Popular (ELP), pelo lado chinês, e do Comando Indo-Pacífico, da Frota do Pacífico e da Força Aérea do Pacífico por parte dos EUA.

Os dois grupos militares se encontram regularmente desde 1998, embora a reunião agendada para o ano passado tenha sido cancelada. Enquanto os EUA acusaram a China de se ausentar, a marinha chinesa afirmou que os norte-americanos sabotaram o encontro e distorceram os fatos.

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O encontro é projetado para fortalecer a segurança marítima militar e reduzir os riscos entre as forças chinesas e norte-americanas, incluindo no mar do Sul da China.

Na reunião deste ano, as partes revisaram a implementação das regras de conduta para a segurança de encontros aéreos e marítimos, assinadas em 2015, e discutiram medidas para melhorar a estabilidade militar entre China e EUA.

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