Pequim e comunidade internacional não aceitarão "lógica gângster" de Washington, diz chancelaria chinesa
Porta-voz Wang Wenbin afirmou que a China reagirá firmemente cada vez que os Estados Unidos façam uma provocação séria que lese a soberania chinesa
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Leonardo Sobreira, de Guangzhou (247) - Os Estados Unidos conduzem centenas de exercícios militares nas águas adjacentes à China anualmente, mas acusam Pequim de exagerar em sua resposta à interferência de Washington em seus assuntos internos, observou o porta-voz da chancelaria chinesa Wang Wenbin.
"Nem a China nem a comunidade internacional aceitarão tal lógica gângster", frisou.
Ele destacou que a visita da presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, a Taiwan é uma grave provocação política que aprimora as trocas entre os Washington e Taipei.
A chancelaria chinesa sustenta que a visita violou gravemente a política de Uma Só China, reconhecida pelos próprios Estados Unidos na década de 1970. Em resposta à visita, o Exército de LIbertação Popular conduziu uma série de exercícios militares nos arredores da ilha, finalizados com sucesso na quarta-feira, 10.
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O porta-voz afirmou que a China reagirá firmemente cada vez que os Estados Unidos façam uma provocação séria que lese a soberania chinesa.
“A China nunca permitirá que sua soberania nacional e integridade territorial sejam pisoteadas e minadas desenfreadamente”, declarou, instando os EUA a pararem de tentar conter a China usando Taiwan.
Desconsiderando a dissuasão e os avisos da China sobre a visita de Pelosi, os Estados Unidos optaram por seguir o curso de ação errado, disse Wang, acrescentando que são os Estados Unidos, e não a China, quem menosprezou os compromissos.
"São os Estados Unidos que infringiram a soberania da China, não a China que violou a soberania dos Estados Unidos. São os Estados Unidos que foram coniventes e apoiaram as atividades separatistas da 'independência de Taiwan', e não a China sendo conivente e apoiando as atividades separatistas nos Estados Unidos", declarou. (Com Xinhua).
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