Pentágono gasta tantas bombas que já começam faltando

No arsenal dos EUA se observa uma falta de reservas de bombas de menor diâmetro e de mísseis ar-ar Raytheon AIM-9X e AIM-120D; o Comando do Pacífico norte-americano está enviando as bombas para o Comando Central que supervisiona a campanha de ataques aéreos no Iraque, Síria e Afeganistão; o chefe do Comando do Pacífico, almirante Harry Harris, disse em 26 de abril perante a Comissão de Forças Armadas da Câmara dos Representantes que se trata de armas "de rotina", mas necessárias

No arsenal dos EUA se observa uma falta de reservas de bombas de menor diâmetro e de mísseis ar-ar Raytheon AIM-9X e AIM-120D; o Comando do Pacífico norte-americano está enviando as bombas para o Comando Central que supervisiona a campanha de ataques aéreos no Iraque, Síria e Afeganistão; o chefe do Comando do Pacífico, almirante Harry Harris, disse em 26 de abril perante a Comissão de Forças Armadas da Câmara dos Representantes que se trata de armas "de rotina", mas necessárias
No arsenal dos EUA se observa uma falta de reservas de bombas de menor diâmetro e de mísseis ar-ar Raytheon AIM-9X e AIM-120D; o Comando do Pacífico norte-americano está enviando as bombas para o Comando Central que supervisiona a campanha de ataques aéreos no Iraque, Síria e Afeganistão; o chefe do Comando do Pacífico, almirante Harry Harris, disse em 26 de abril perante a Comissão de Forças Armadas da Câmara dos Representantes que se trata de armas "de rotina", mas necessárias (Foto: Romulo Faro)


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Sputnik - No arsenal dos EUA se observa uma falta de reservas de bombas de menor diâmetro e de mísseis ar-ar Raytheon AIM-9X e AIM-120D, informa o portal Defense One.

O Comando do Pacífico norte-americano está enviando as bombas para o Comando Central que supervisiona a campanha de ataques aéreos no Iraque, Síria e Afeganistão. O chefe do Comando do Pacífico, almirante Harry Harris, disse em 26 de abril perante a Comissão de Forças Armadas da Câmara dos Representantes que se trata de armas "de rotina", mas necessárias.

O almirante acrescentou que elas são "absolutamente críticas para o que estamos tentando fazer, não só contra a Coreia do Norte, mas também no Oriente Médio".

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Além disso, Harris disse que as bombas estão sendo enviadas para África, porque é "uma batalha de que participamos e eles [africanos] precisam delas [bombas], já que as enviamos para lá e eles as usam". O almirante ressaltou que a falta de munições críticas é sua "principal preocupação" nas operações militares.

O portal recorda que o Pentágono começou alertando sobre a escassez de bombas em março do ano passado, durante a operação da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos contra o grupo terrorista Daesh.

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De acordo com o website do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, desde o início da operação Inherent Resolve contra o Daesh em agosto de 2014, o país gastou $ 11,9 bilhões para realizar mais de 19.600 ataques na Síria e no Iraque.

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