Pastores brasileiros da Universal em Angola são acusados de racismo e corrupção (vídeo)
"Nós não aceitamos os crimes cometidos pela gestão brasileira”, disse o pastor Nilton Ribeiro, porta-voz da comissão angolana da igreja de Edir Macedo
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247 com Fórum - Um grupo de bispos e pastores da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola declarou ruptura com a gestão brasileira. O grupo informa ter assumido, nesta segunda-feira (22), o controle de 35 templos da instituição em Luanda e cerca de 50 em outras províncias do país, como Lunda-Norte, Huambo, Benguela, Malanje e Cafunfo.
Eles são acusados pelos pastores angolanos de diversos crimes, como racismo e corrupção. “Temos observado que as suas práticas não mudaram, continuam sendo as mesmas. A prática do racismo, a prática da evasão de divisas, a prática da corrupção ativa e passiva, e por esta razão, nós, angolanos, viemos declarar, ruptura com a gestão brasileira. De hoje em diante, nós não teremos não teremos mais nenhum convênio com a gestão brasileira. Nós não aceitamos os crimes cometidos pela gestão brasileira”, disse o pastor Nilton Ribeiro, porta-voz da comissão.
O movimento sem precedentes começou em novembro de 2019, com a divulgação de um manifesto com críticas à direção brasileira da igreja.
O controle da Universal em Angola será assumido agora, segundo o grupo rebelado, pelo bispo Valente Bezerra Luiz, então vice-presidente da igreja. Os dissidentes dizem já ter o comando de 42% dos templos e que a igreja no país passará a ser chamada de Igreja Universal de Angola.
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