Partidos de esquerda da Europa denunciam o golpe no Brasil

Diversos partidos da Europa, como o espanhol "Podemos", o grego "Syriza", o alemão "Die Linke", Bloco de Esquerda de Portugal e Sinn Fein, da Irlanda, criticam o impeachment de Dilma Rousseff e denunciam o que chama de "consumação" do golpe no Brasil; grupo também reforçou pedido para que Bruxelas afaste o Brasil das negociações sobre um acordo comercial entre o bloco europeu e o Mercosul

Diversos partidos da Europa, como o espanhol "Podemos", o grego "Syriza", o alemão "Die Linke", Bloco de Esquerda de Portugal e Sinn Fein, da Irlanda, criticam o impeachment de Dilma Rousseff e denunciam o que chama de "consumação" do golpe no Brasil; grupo também reforçou pedido para que Bruxelas afaste o Brasil das negociações sobre um acordo comercial entre o bloco europeu e o Mercosul
Diversos partidos da Europa, como o espanhol "Podemos", o grego "Syriza", o alemão "Die Linke", Bloco de Esquerda de Portugal e Sinn Fein, da Irlanda, criticam o impeachment de Dilma Rousseff e denunciam o que chama de "consumação" do golpe no Brasil; grupo também reforçou pedido para que Bruxelas afaste o Brasil das negociações sobre um acordo comercial entre o bloco europeu e o Mercosul (Foto: Paulo Emílio)


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247 - Partidos de esquerda de diversos países da Europa, como o espanhol "Podemos", o grego "Syriza", o alemão "Die Linke", Bloco de Esquerda de Portugal e Sinn Fein, da Irlanda, dentre outros, criticaram o impeachment da presidente eleita Dilma Rousseff e denunciam o que chama de "consumação" do golpe no Brasil.

Grupo de partidos de extrema esquerda, que vem ganhando espaço e popularidade, afirmou que irá pressionar o Parlamento Europeu contra qualquer tipo de acordo com o Brasil, além de reforçar o pedido para que Bruxelas afaste o Brasil das negociações referentes a criação de um acordo comercial entre o bloco europeu e o Mercosul.

"Condenamos fortemente o golpe de estado no Brasil contra uma presidente eleita", disse o grupo de partidos por meio de um comunicado. Segundo o texto, governo de Michel Temer deverá adotar adotar políticas econômicas que "resultarão em revolta social". O afastamento de Dilma, conforme os partidos, foi orquestrado por "oligarcas e pelo imperialismo com o envolvimento de muitos na comunidade internacional, mascarados por uma decisão judicial sem qualquer base legal". "A remoção de Dilma Rousseff marca um dos capítulos mais negros da história do Brasil e um golpe contra a democracia do país", destaca o texto do comunicado.

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O comunicado ressalta, ainda que que mandatos políticos "apenas se ganham nas urnas" e ressalta o fato de que 60% dos integrantes do Congresso Nacional estarem envolvidos em casos com a Justiça.

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