Partido Republicano dos EUA apresenta pacote de sanções contra a Rússia
Senadores republicanos dos EUA apresentaram um projeto de lei para sancionar Moscou e apoiar Kiev no caso de uma "invasão" russa
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Sputnik - Parlamentares do Partido Republicano dos EUA apresentaram nesta terça-feira (15) um projeto de lei impondo sanções à Rússia em caso de "invasão" da Ucrânia. De acordo com uma cópia do documento obtida pela Sputnik, a legislação imporia custos a Moscou, incluindo sanções a bancos e ao gasoduto Nord Stream 2
Os parlamentares republicanos também sugerem um apoio à Ucrânia de US$ 500 milhões (R$ 2,5 bilhões) em financiamento militar estrangeiro.
O plano cita intenção de combater a suposta "influência maligna russa", aumentando o financiamento para esforços de "combate à desinformação", acrescentou o texto.
O senador dos EUA Jim Risch, membro sênior do Comitê de Relações Exteriores do Senado, foi o responsável por entregar as propostas nesta terça-feira (15), representando a maioria de seus colegas republicanos.
O pacote de sanções liderado pelo Partido Republicano chega ao Senado após semanas de negociações fracassadas entre republicanos e democratas.
Os republicanos afirmam ainda que a introdução da Lei de Nunca Ceder o Território da Europa (NYET, na sigla em inglês) serve para fornecer o apoio que a Ucrânia precisa para se "defender e deter a agressão russa", enquanto impõe custos reais ao Kremlin.
Por sua vez, o Partido Democrata classificou a medida como uma "postura partidária", dizendo que não era tarde demais para democratas e republicanos alcançarem um "avanço diplomático" em um pacote de sanções bipartidárias.
As possíveis sanções dos EUA contra a Rússia acontecem em um momento em que a Otan (Organização do Tratado Atlântico Norte) e os EUA acusam a Rússia de um acúmulo de tropas perto da fronteira ucraniana.
Moscou negou qualquer plano de invasão, apontando para a atividade militar da Otan perto das fronteiras russas, que considera uma ameaça à sua segurança nacional. A Rússia também disse que tem o direito de mover suas forças dentro de seu próprio território.
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