Partido governista hondurenho admite derrota nas eleições presidenciais de domingo
A progressista Xiomara Castro é eleita presidente do país centro-americano
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TEGUCIGALPA (Reuters) - O governista Partido Nacional de Honduras (PNH) admitiu nesta terça-feira derrota nas eleições presidenciais de domingo, que mostram uma vantagem significativa na contagem preliminar à esquerdista Xiomara Castro.
Falando à emissora hondurenha Rádio América, o secretário executivo do PNH, Kilvett Bertrand, disse que a coalizão governista reconheceu a vitória de Xiomara Castro, de 62 anos, que devolverá a esquerda do país ao poder após o golpe que depôs seu marido, Manuel Zelaya, em 2009.
"Desejamos muito sucesso àqueles que venceram as eleições", disse Bertrand à Rádio América.
De acordo com a contagem dos votos, a candidata do Partido Liberdade e Refundação (Libre), apoiado por uma coalizão de grupos, tinha 53,49% dos votos com 52,07% dos votos apurados até meio-dia de terça-feira. O candidato do partido governista, Nasry Asfura, tinha 33,98% de apoio.
Na segunda-feira, a publicação dos resultados foi interrompida desde a manhã, deixando impacientes os hondurenhos que lembraram o que aconteceu nas eleições presidenciais de 2017, quando a tendência mudou repentinamente depois que a contagem parou por horas, provocando protestos e acusações de fraude contra o então presidente Juan Orlando Hernández.
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