Parlamentar europeia sugere criação de tribunal para crimes de guerra dos EUA

Pedido foi formulado pela chefe do Partido Comunista Tcheco Moraviano, Katerina Konecna, membro do Parlamento Europeu

Militares da coalizão liderada pelos Estados Unidos foram vistos perto da linha de frente de uma nova ofensiva no norte do Iraque iniciada neste domingo pelas forças curdas peshmerga, visando retomar aldeias dominadas pelo Estado Islâmico; militares e veículos blindados foram vistos nos arredores da aldeia de Hassan Shami, a poucos quilômetros ao leste do front; observação de militares perto da linha de frente representa o profundo envolvimento em terra da coalizão liderada pelos EUA no Iraque, enquanto a guerra contra o Estado Islâmico se aproxima de seu terceiro ano
Militares da coalizão liderada pelos Estados Unidos foram vistos perto da linha de frente de uma nova ofensiva no norte do Iraque iniciada neste domingo pelas forças curdas peshmerga, visando retomar aldeias dominadas pelo Estado Islâmico; militares e veículos blindados foram vistos nos arredores da aldeia de Hassan Shami, a poucos quilômetros ao leste do front; observação de militares perto da linha de frente representa o profundo envolvimento em terra da coalizão liderada pelos EUA no Iraque, enquanto a guerra contra o Estado Islâmico se aproxima de seu terceiro ano (Foto: Paulo Emílio)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

Sputnik Brasil - A chefe do Partido Comunista Tcheco Moraviano vê a necessidade de julgar o país norte-americano por crimes de guerra que cometeram em vários países.

 Katerina Konecna, chefe do Partido Comunista Tcheco Moraviano, membro do Parlamento Europeu, solicitou a criação de um tribunal para crimes de guerra cometidos pelos EUA, indicou no sábado (21) a agência síria SANA.

continua após o anúncio

 Konecna sugeriu que o grupo investigue os crimes cometidos pelas forças de Washington no Iraque, Síria, Líbia, Iêmen e outros países.

 Ela sublinhou a necessidade de implementar os princípios do direito internacional, as Cartas da ONU e outros documentos obrigatórios, e também a implementação dos princípios básicos da justiça.

continua após o anúncio

 Ela descreveu a invasão americana do Iraque como "uma violação do direito internacional, das Cartas da ONU e das resoluções do Conselho de Segurança da ONU", e que o pretexto da posse de armas de destruição em massa foi uma mentira deliberada que resultou na morte de milhares de civis iraquianos inocentes.

 Os EUA defenderam em 2011 uma intervenção contra Muammar Kadhafi, líder da Líbia, que foi seguida por uma guerra civil. Em 2014 os EUA entraram oficialmente na guerra na Síria supostamente contra o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países), mas também passaram a controlar territórios no nordeste sírio, de onde extraem recursos petrolíferos e alimentares para fora do país.

continua após o anúncio

 Já em 2015 Washington apoiou a intervenção da Arábia Saudita no Iêmen contra os houthis, que Riad diz serem apoiados pelo Irã. O conflito desencadeou uma grande crise humanitária.

 Os EUA também têm defendido, junto com outros países ocidentais, a criação de um tribunal de crimes de guerra para a Rússia.

continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247