Para secretário, 'Rússia age de forma desafiadora'

"Não buscamos uma guerra fria, muito menos uma quente"; apesar desse posicionamento, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Ash Carter, acusou a Rússia de colocar em risco a ordem internacional, citando as incursões pela Ucrânia e diálogos sobre armas nucleares; de acordo com o dirigente, o país governado pelo presidente Vladimir Plutin está agindo de forma "desafiadora"; em exposição no Fórum Nacional de Defesa na biblioteca Presidente Ronald Regan, ele disse que os EUA não querem fazer da Rússia um inimigo, mas que defenderá seus interesses, seus aliados e a ordem mundial

"Não buscamos uma guerra fria, muito menos uma quente"; apesar desse posicionamento, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Ash Carter, acusou a Rússia de colocar em risco a ordem internacional, citando as incursões pela Ucrânia e diálogos sobre armas nucleares; de acordo com o dirigente, o país governado pelo presidente Vladimir Plutin está agindo de forma "desafiadora"; em exposição no Fórum Nacional de Defesa na biblioteca Presidente Ronald Regan, ele disse que os EUA não querem fazer da Rússia um inimigo, mas que defenderá seus interesses, seus aliados e a ordem mundial
"Não buscamos uma guerra fria, muito menos uma quente"; apesar desse posicionamento, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Ash Carter, acusou a Rússia de colocar em risco a ordem internacional, citando as incursões pela Ucrânia e diálogos sobre armas nucleares; de acordo com o dirigente, o país governado pelo presidente Vladimir Plutin está agindo de forma "desafiadora"; em exposição no Fórum Nacional de Defesa na biblioteca Presidente Ronald Regan, ele disse que os EUA não querem fazer da Rússia um inimigo, mas que defenderá seus interesses, seus aliados e a ordem mundial (Foto: Leonardo Lucena)


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247 - O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Ash Carter, acusou a Rússia de colocar a ordem mundial em risco, citando as incursões pela Ucrânia e conversas sobre armas nucleares. De acordo com o dirigente, a Rússia está agindo de forma "desafiadora".

Carter afirmou que posicionamentos dos russos sobre tecnologia nuclear levantam questionamentos sobre "o compromisso com a estabilidade estratégica, respeito por normas contra o uso de armas nucleares e sobre se eles (os russos) respeitam a profunda preocupação que os líderes mundiais mostraram com relação a armas nucleares".

Em exposição no Fórum Nacional de Defesa na biblioteca Presidente Ronald Regan, ele disse que os EUA não querem fazer da Rússia um inimigo, mas que o país defenderá seus interesses, seus aliados e a ordem internacional. "Não buscamos uma guerra fria, muito menos uma quente", declarou, neste final de semana.

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Depois de mais de duas décadas de relações dominantes entre grandes potências, os EUA têm visto a Rússia se reafirmar e a China expandir sua influência militar. O secretário, no entanto, deixou em aberto a possibilidade de que a atuação da Rússia na Síria possa evoluir de forma a ser aceita pelos Estados Unidos. "É possível, vamos ver, a Rússia pode ter um papel construtivo na solução da guerra civil", disse.

A Rússia faz oposição tanto ao Estado Islâmico (EI), que busca criar um califado islâmico no Oriente Médio, quanto aos rebeldes do governo do ditador Bashar al Assad. Os russos têm interesse estratégico na Síria, o de manter a base naval de Tartus, sua única no Mar Mediterrâneo, além de querer garantir um importante comprador para sua indústria bélica.

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Carter afirmou acreditar que o presidente russo Vladimir Putin "não tenha pensado muito cuidadosamente" sobre seus objetivos na Síria. Segundo ele, a abordagem russa está "fora de direção". 

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