Para EUA, foco da política de Defesa é a China

O foco da política de Defesa dos Estados Unidos, que envolve posicionamento de bases militares, navios e aviões de guerra, tropas e armas nucleares, além de concertação de alianças no plano geopolítico, deve se concentrar na luta contra a China - esta é a orientação do secretário interino da Defesa de Trump, Patrick Shanahan

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247, com Reuters - O secretário de Defesa interino dos Estados Unidos, Patrick Shanahan, disse que o país deve se concentrar na "China, China, China", embora os EUA estejam em luta contra grupos terroristas na Síria e no Afeganistão, segundo um membro do Departamento de Defesa.

A declaração foi feita durante reunião de Shanahan com os secretários responsáveis pelos diferentes ramos militares dos EUA, a primeira desde que ele passou a substituir Jim Mattis, que deixou o cargo depois de manifestar diferenças políticas com o presidente Donald Trump.

A fonte do Departamento de Defesa dos EUA, que falou sob a condição de anonimato, não detalhou as observações de Shanahan sobre a China ou relatou quais direcionamentos ele deu durante o encontro.

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Outras autoridades presentes disseram que Shanahan defendeu o posicionamento mais duro do Pentágono em relação a Pequim. A Estratégia Nacional de Defesa dos EUA para 2018 classificava a China de competidor estratégico.

Segundo o Pentágono, Shanahan teve papel central na elaboração da estratégia, que destacou a China e a Rússia como principais ameaças, pois desejam "amoldar o mundo de acordo com seu modelo autoritário".

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"Competições estratégicas com a China e a Rússia são as prioridades para o Departamento, e requerem investimentos tanto maiores como contínuos", diz o documento.

O funcionário do Departamento de Defesa relatou que Shanahan disse às lideranças do Pentágono para seguir a orientação do documento, particularmente no que se refere à China.

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"Num momento em que estamos focados nas operações em andamento, o secretário interino Shanahan disse à equipe para se lembrar da China, China, China", relatou a fonte.

As relações entre as duas maiores economias do mundo se deterioraram desde que Trump assumiu o poder, incluindo uma guerra comercial e desacordos relacionados a Taiwan e ao Mar do Sul da China.

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