Para Bolívia, investigar conspiradores é dívida do Estado, diz porta-voz da presidência

O porta-voz presidencial boliviano Jorge Richter afirmou nesta sexta-feira que a investigação e esclarecimento dos fatos violentos ocorridos em 2019 são uma dívida do Estado para com as vítimas

Jorge Richter, porta-voz da presidência da Bolívia
Jorge Richter, porta-voz da presidência da Bolívia (Foto: Prensa Latina)


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247 - O porta-voz da presidência da República da Bolívia, Jorge Richter declarou nesta sexta-feira (19), que o conceito de "perseguição política", repetido por setores da oposição, busca manter a impunidade sobre massacres cometidos pelo governo anterior e deixar em aberto a possibilidade de um novo golpe de Estado.

O porta-voz do governo questionou o papel do secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, Luis Almagro, e disse que suas declarações fazem parte da primeira fase do golpe de 2019 realizado contra o então presidente Evo Morales, informou a ATB digital.

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Richter também destacou que o discurso da oposição sobre 'perseguição política' é 'projetado para alcançar a impunidade' e visa garantir que não haja perpetradores desses eventos.

O porta-voz argumentou que 'o conceito de perseguição política busca que novas possibilidades de um golpe de estado possam continuar a ser implementadas na Bolívia como um mecanismo que consideraram importante e aprenderam a usar para encurtar os tempos da sequência constitucional'.

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Ele também citou outros capítulos, como a extensão de Jeanine Áñez ao governo de fato e a instrumentalização política da pandemia de covid-19, informa a Prensa Latina.

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