Para atenuar crise, EUA podem apoiar Brasil na ONU

Polêmica gerada em revelação de espionagens feitas pela NSA (Agência de Segurança Nacional) americana ao conteúdo de conversas da presidente Dilma Rousseff com seus ministros já tem minado até negociações para venda de caças Boeing à FAB. Governo de Barack Obama cogita agora apoiar pretensão brasileira de ocupar uma vaga permanente no Conselho de Segurança; como titular, Brasil teria poder de veto em questões como autorização para atacar outros países, entrando em discussões como a que hoje envolve a Síria

Polêmica gerada em revelação de espionagens feitas pela NSA (Agência de Segurança Nacional) americana ao conteúdo de conversas da presidente Dilma Rousseff com seus ministros já tem minado até negociações para venda de caças Boeing à FAB. Governo de Barack Obama cogita agora apoiar pretensão brasileira de ocupar uma vaga permanente no Conselho de Segurança; como titular, Brasil teria poder de veto em questões como autorização para atacar outros países, entrando em discussões como a que hoje envolve a Síria
Polêmica gerada em revelação de espionagens feitas pela NSA (Agência de Segurança Nacional) americana ao conteúdo de conversas da presidente Dilma Rousseff com seus ministros já tem minado até negociações para venda de caças Boeing à FAB. Governo de Barack Obama cogita agora apoiar pretensão brasileira de ocupar uma vaga permanente no Conselho de Segurança; como titular, Brasil teria poder de veto em questões como autorização para atacar outros países, entrando em discussões como a que hoje envolve a Síria (Foto: Roberta Namour)


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247 – O mal-estar gerado pela revelação de espionagens feitas pela NSA (Agência de Segurança Nacional) americana ao conteúdo de conversas da presidente Dilma Rousseff com seus ministros, já tem minado até negociações para venda de caças Boeing à FAB.

Para amenizar o clima, o governo dos EUA cogita dar apoio à pretensão brasileira de ocupar uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU. A informação foi divulgada pelo jornalista Igor Gielow, especialista da Folha em relações internacionais (leia mais aqui).

A titularidade no conselho é desejo da diplomacia brasileira desde o governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), é privilégio dos principais vencedores da Segunda Guerra Mundial (EUA, Rússia, Reino Unido e França) mais a China. Com isso, o Brasil conquistaria poder de veto em questões como autorização para atacar outros países.

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O principal articulador da medida é o vice-presidente Joe Biden, que já atua junto ao Palácio do Planalto desde a eclosão do escândalo de espionagem pelo depoimento do ex-agente da NSA Edward Snowden. 

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