Paquistão diz que ataques dos EUA violaram sua soberania

Paquistão acusou os Estados Unidos de violar a sua soberania com um ataque de drones contra o líder do Taliban afegão em uma área remota da fronteira dentro do Paquistão; ataque matou o mulá Akhtar Mansour, considerado uma das principais lideranças do grupo extremista; ataque por drone ocorrido no sábado (21), que segundo autoridades norte-americanas teve autorização do presidente Barack Obama e incluiu vários drones, mostrou que os EUA estavam preparados para ir atrás da liderança do Taliban no Paquistão; segundo o Paquistão, o governo dos EUA não informou o primeiro-ministro Nawaz Sharif sobre a ação; "Esta é uma violação da soberania do Paquistão", afirmou Sharif

Paquistão acusou os Estados Unidos de violar a sua soberania com um ataque de drones contra o líder do Taliban afegão em uma área remota da fronteira dentro do Paquistão; ataque matou o mulá Akhtar Mansour, considerado uma das principais lideranças do grupo extremista; ataque por drone ocorrido no sábado (21), que segundo autoridades norte-americanas teve autorização do presidente Barack Obama e incluiu vários drones, mostrou que os EUA estavam preparados para ir atrás da liderança do Taliban no Paquistão; segundo o Paquistão, o governo dos EUA não informou o primeiro-ministro Nawaz Sharif sobre a ação; "Esta é uma violação da soberania do Paquistão", afirmou Sharif
Paquistão acusou os Estados Unidos de violar a sua soberania com um ataque de drones contra o líder do Taliban afegão em uma área remota da fronteira dentro do Paquistão; ataque matou o mulá Akhtar Mansour, considerado uma das principais lideranças do grupo extremista; ataque por drone ocorrido no sábado (21), que segundo autoridades norte-americanas teve autorização do presidente Barack Obama e incluiu vários drones, mostrou que os EUA estavam preparados para ir atrás da liderança do Taliban no Paquistão; segundo o Paquistão, o governo dos EUA não informou o primeiro-ministro Nawaz Sharif sobre a ação; "Esta é uma violação da soberania do Paquistão", afirmou Sharif (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - O Paquistão acusou neste domingo os Estados Unidos de violar a sua soberania com um ataque de drones contra o líder do Taliban afegão em uma área remota da fronteira dentro do Paquistão.

O Afeganistão disse que o ataque matou o mulá Akhtar Mansour. Mas um passaporte paquistanês encontrado no local tem o nome de Wali Muhammad e acredita-se que o titular do passaporte viajou do Irã para o Paquistão no dia do ataque, de acordo com o Ministério do Exterior paquistanês.

A morte de Mansour poderia desencadear uma batalha de sucessão e aprofundar as fraturas que surgiram no movimento insurgente após a morte de seu fundador, mulá Mohammad Omar, confirmada em 2015, mais de dois anos depois de ter ocorrido.

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O ataque por drone de sábado, que segundo autoridades norte-americanas teve autorização do presidente Barack Obama e incluiu vários drones, mostrou que os EUA estavam preparados para ir atrás da liderança do Taliban no Paquistão, acusado repetidamente pelo governo em Cabul de abrigar os insurgentes.

Mas o Paquistão protestou no domingo, dizendo que o governo dos EUA não informou o primeiro-ministro Nawaz Sharif de antemão.

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"Esta é uma violação da soberania do Paquistão", disse Sharif a jornalistas em Londres.

Uma autoridade dos EUA, falando sob condição de anonimato, reconheceu que Washington notificou o Paquistão apenas depois do ataque.

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O líder do governo afegão, Abdullah Abdullah, e a agência de inteligência superior do país disseram que o ataque foi bem sucedido.

"O líder talibã Akhtar Mansour foi morto em um ataque de drones... O carro dele foi atacado em Dahl Bandin," Abdullah disse em um post no Twitter, referindo-se a um distrito na província de Baluchistan do Paquistão perto da fronteira com o Afeganistão.

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O Ministério do Exterior paquistanês não comentou diretamente sobre a possibilidade de Mansour ter viajando usando outro nome. Fotos do passaporte de Wali Muhammad encontrado no local, visto pela Reuters, mostram uma semelhança com fotos antigas de Mansour. O Ministério disse que o passaporte tinha um visto iraniano válido.

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