Papa apela para o fim da violência na Ucrânia

À multidão reunida na praça de São Pedro para a oração do Angelus, Francisco disse esperar que haja um diálogo construtivo entre as instituições e a sociedade civil e que, “sem uso da força, o espírito da paz e a procura do bem comum prevaleçam nos corações de todos”; pelo menos três pessoas – seis segundo a oposição – foram mortas em confrontos entre manifestantes e forças de segurança do regime do presidente Viktor Ianukovitch

In this photo provided by the Vatican paper L'Osservatore Romano, Pope Francis delivers his Angelus prayer from the window of his studio overlooking St. Peter's Square, at the Vatican, Sunday, March 17, 2013. Breaking with tradition, Pope Francis delivere
In this photo provided by the Vatican paper L'Osservatore Romano, Pope Francis delivers his Angelus prayer from the window of his studio overlooking St. Peter's Square, at the Vatican, Sunday, March 17, 2013. Breaking with tradition, Pope Francis delivere (Foto: Realle Palazzo-Martini)


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Da Agência Lusa

O papa Francisco apelou neste domingo (26) para o fim da violência na Ucrânia e para o diálogo entre governo e opositores, que protestam há dois meses. “Espero que haja um diálogo construtivo entre as instituições e a sociedade civil e que, sem uso da força, o espírito da paz e a procura do bem comum prevaleçam nos corações de todos”, declarou o papa perante a multidão reunida na praça de São Pedro para a oração do Angelus. “Nas minhas orações estou próximo da Ucrânia, em particular daqueles que perderam a vida e das suas famílias”, adiantou.

Pelo menos três pessoas – seis segundo a oposição, foram mortas em confrontos entre manifestantes e forças de segurança do regime do presidente Viktor Ianukovitch durante a última semana em que a tensão se agravou em Kiev, palco de grandes manifestações há dois meses. A oposição inciou os protestos depois do presidente Ianukovicht ter recusado, no final de novembro, assinar um acordo com a União Europeia, preferindo uma aproximação com a Rússia.

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Ianukovitch ofereceu ontem (25) o cargo de primeiro-ministro ao opositor Arseni Iatseniuk e prometeu analisar alterações à Constituição, mas a oposição recusou as propostas e os dirigentes disseram aos manifestantes para continuarem os protestos até que todas as exigências sejam satisfeitas, a começar pela convocação de eleições presidenciais ainda neste ano.

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