Panama Papers: Mossak Fonseca processa Consórcio Internacional de Jornalistas

“Como empresa responsável e que respeita a liberdade de imprensa, temos tentado comunicar para evitar uma ação judicial. No entanto, o consórcio obriga-nos a iniciar ações legais para nos proteger daqueles atos”, diz o escritório de advogados Mossak Fonseca; investigação feita por uma centena de jornais em todo o mundo sobre 11,5 milhões de documentos revelou bens em paraísos fiscais de 140 líderes políticos ou personalidades públicas

“Como empresa responsável e que respeita a liberdade de imprensa, temos tentado comunicar para evitar uma ação judicial. No entanto, o consórcio obriga-nos a iniciar ações legais para nos proteger daqueles atos”, diz o escritório de advogados Mossak Fonseca; investigação feita por uma centena de jornais em todo o mundo sobre 11,5 milhões de documentos revelou bens em paraísos fiscais de 140 líderes políticos ou personalidades públicas
“Como empresa responsável e que respeita a liberdade de imprensa, temos tentado comunicar para evitar uma ação judicial. No entanto, o consórcio obriga-nos a iniciar ações legais para nos proteger daqueles atos”, diz o escritório de advogados Mossak Fonseca; investigação feita por uma centena de jornais em todo o mundo sobre 11,5 milhões de documentos revelou bens em paraísos fiscais de 140 líderes políticos ou personalidades públicas (Foto: Roberta Namour)


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Da Agência Lusa

O escritório de advogados Mossak Fonseca, que está no centro do caso conhecido como Panama Papers, anunciou hoje (11) que vai processar o Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação por ter divulgado a sua base de dados.

“Como empresa responsável e que respeita a liberdade de imprensa, temos tentado comunicar para evitar uma ação judicial. No entanto, o consórcio obriga-nos a iniciar ações legais para nos proteger daqueles atos”, diz, em comunicado, a Mossak.

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Investigação feita por uma centena de jornais em todo o mundo sobre 11,5 milhões de documentos revelou bens em paraísos fiscais de 140 líderes políticos ou personalidades públicas.

O conjunto de documentos, denominado Panama Papers (Papéis do Panamá), provém da empresa panamenha de advogados Mossack Fonseca.

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Segundo o Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação, que reuniu para este trabalho 370 profissionais de mais de 70 países, mais de 214 mil entidades offshore (abertas em paraísos fiscais) estão envolvidas em operações financeiras em mais de 200 países e territórios em todo o mundo.

O consórcio divulgou segunda-feira (9), em sua página na Internet, os documentos a que teve acesso, permitindo que as pessoas consultem a documentação.

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