Panama Papers: como o governo Temer atua para proteger Macri
O presidente argentino é investigado por lavagem de dinheiro e ocultação de bens desde o estouro do escândalo internacional, em abril; herdeiro de uma grande fortuna, Mauricio Macri aparece na lista como acionista de uma offshore aberta nas Bahamas em 1998, a Fleg Trading, criada para tocar no Brasil um dos negócios da família, o Pague Fácil; reportagem de André Barrocal, da CartaCapital
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Por André Barrocal, da CartaCapital - Quando foi a Buenos Aires, em outubro, para a primeira visita oficial a um chefe de Estado, Michel Temer comentou ter mais razões para estar ali do que os "laços históricos" entre Brasil e Argentina. A "identidade" e "o pensamento muito em comum" com o presidente Mauricio Macri pesavam.
De fato, sobra afinidade à dupla e não se trata aqui apenas das opções políticas. Enquanto Temer vê seu governo constantemente importunado pelos desdobramentos da Operação Lava Jato, Macri sofre com investigações sobre lavagem de dinheiro e ocultação de bens desde o estouro, em abril, do escândalo internacional chamado de Panama Papers. Um episódio, no caso do comandante da Casa Rosada, com uma conexão tupiniquim que o Brasil de Temer não parece interessado em desvendar.
Leia aqui a íntegra da reportagem.
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