Palestina condena nova ofensiva israelense
Palestinos dizem que continuarão resistência e luta contra a ocupação israelense
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247 - O governo palestino classificou nesta terça-feira (25) como um crime hediondo a ofensiva israelense contra a cidade de Nablus, no norte da Cisjordânia, que causou a morte de cinco pessoa.
Esses crimes e incursões sangrentas representam a implementação da política oficial israelense que visa impor a ocupação ao nosso povo, denunciou em comunicado o Ministério das Relações Exteriores e Expatriados da Autoridade Palestina.
O Ministério das Relações Exteriores de Israel "teve total e direta responsabilidade" por esses crimes.
O porta-voz oficial da presidência palestina, Nabil Abu Rudeina, também condenou a nova ofensiva, que considerou um crime de guerra.
O movimento Fatah afirmou que "o povo palestino enfrentará a agressão da ocupação e defenderá seus legítimos direitos nacionais e históricos".
A formação exigia a intensificação da resistência popular contra Israel nos territórios ocupados.
Enquanto isso, a figura máxima do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), Ismail Haniyeh, destacou que "Nablus marca o caminho com o sangue dos mártires".
Esses sacrifícios apenas alimentarão a revolução na Cisjordânia, disse Haniyeh.
A Jihad Islâmica também considerou a ofensiva militar contra aquela cidade como "um crime organizado e um ato terrorista".
A Frente Democrática para a Libertação da Palestina falou de maneira semelhante.
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