Pacífico está mais próximo de um acordo comercial

Uma dúzia de países do Pacífico estão próximos de alcançar um entendimento sobre um acordo de livre comércio, após um avanço sobre o tempo que companhias farmacêuticas devem ter de monopólio sobre novas drogas biotecnológicas; a questão vinha colocando os EUA, que defendem períodos de proteção mais longos, em oposição à Austrália e outras cinco delegações, que dizem que isso poderia trazer dificuldades para os orçamentos nacionais de saúde e impedir o acesso a medicamentos vitais a pacientes que não podem comprá-los

Uma dúzia de países do Pacífico estão próximos de alcançar um entendimento sobre um acordo de livre comércio, após um avanço sobre o tempo que companhias farmacêuticas devem ter de monopólio sobre novas drogas biotecnológicas; a questão vinha colocando os EUA, que defendem períodos de proteção mais longos, em oposição à Austrália e outras cinco delegações, que dizem que isso poderia trazer dificuldades para os orçamentos nacionais de saúde e impedir o acesso a medicamentos vitais a pacientes que não podem comprá-los
Uma dúzia de países do Pacífico estão próximos de alcançar um entendimento sobre um acordo de livre comércio, após um avanço sobre o tempo que companhias farmacêuticas devem ter de monopólio sobre novas drogas biotecnológicas; a questão vinha colocando os EUA, que defendem períodos de proteção mais longos, em oposição à Austrália e outras cinco delegações, que dizem que isso poderia trazer dificuldades para os orçamentos nacionais de saúde e impedir o acesso a medicamentos vitais a pacientes que não podem comprá-los (Foto: Leonardo Lucena)


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Por Krista Hughes

ATLANTA (Reuters) - Uma dúzia de países do Pacífico estão próximos de alcançar um entendimento sobre um abrangente acordo de livre comércio, neste domingo, após um avanço sobre o tempo que companhias farmacêuticas devem ter de monopólio sobre novas drogas biotecnológicas.

A questão vinha colocando os EUA, que defendem períodos de proteção mais longos, em oposição à Austrália e outras cinco delegações, que dizem que isso poderia trazer dificuldades para os orçamentos nacionais de saúde e impedir o acesso a medicamentos vitais a pacientes que não podem comprá-los.

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A Austrália tem simpatia a um compromisso que mantenha sua atual proteção de cinco anos, combinada com um tempo extra de liberação gradual, disse uma fonte próxima às negociações. Mas a fonte alertou que outros países ainda precisam concordar.

Uma segunda fonte afirmou que a posição do Chile e do Peru sobre um compromisso ainda não ficou clara, mas se disse otimista com um desfecho bem-sucedido.

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Os EUA oferecem uma exclusividade de 12 anos sobre dados clínicos utilizados no desenvolvimento de drogas como a Avastin, usada no tratamento do câncer e criada pelo laboratório Genentech, uma divisão da Roche.

A Austrália vem insistindo numa proteção de cinco anos para que os preços dos medicamento caiam mais rápido.

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Os negociadores têm tentado alcançar um acordo em torno da Parceria Transpacífico (TPP, na sigla em inglês), que reduziria as tarifas alfandegárias e estabeleceria padrões comuns para 12 economias, com a liderança de EUA e Japão, que juntos correspondem a 40 por cento da produção mundial.

(Reportagem adicional de Lincoln Feast, em Sydney)

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