Otan acusa Rússia de mentir e decide enviar mais forças para Leste da Europa
O Kremlin classifica sua ação militar como reativa, e busca retirar do poder o presidente Volodymyr Zelensky
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247 - Líderes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) acusaram a Rússia de mentir sobre suas reais intenções na Ucrânia.
Antes de o conflito estourar, na quinta-feira, 24, o Kremlin alegava buscar o reconhecimento de garantias de segurança que envolvem a não-expansão da Otan para a Ucrânia. Diante de repetidas provocações contra as repúblicas de Lugansk e Donetsk, que foram reconhecidas como independentes, a ação militar russa partiu em direção à capital, Kiev.
O Kremlin, portanto, classifica sua ação militar como reativa, e, agora, busca retirar do poder o presidente Volodymyr Zelensky.
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30 líderes da Otan, em comunicado conjunto, classificam a versão russa como um "pacote de mentiras".
"Ninguém deve ser enganado pelo pacote de mentiras do governo russo", disseram eles, após uma cúpula virtual presidida pelo secretário-geral Jens Stoltenberg.
Após a reunião, Stoltenberg afirmou que Estados Unidos, Canadá e aliados europeus mobilizaram milhares de soldados ao Leste da aliança. A Otan possui 100 aviões em alerta máximo em mais de 30 locais, além de três porta-aviões.
Stoltenberg acrescentou que a maior parte das forças devem vir dos EUA. Segundo ele, até o momento, as forças ucranianas são capazes de impor perdas aos russos.
"Ainda se trata de uma situação instável. Mas o que estamos vendo é que as forças ucranianas estão lutando com coragem e continuam tendo capacidade para causar perdas às forças invasoras russas", disse.
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