Oposição usa protestos e referendo para apear Maduro do poder

A oposição venezuelana iniciou uma para destituir o presidente Nicolás Maduro, prometendo manifestações e pressão por um referendo e emenda constitucional para acabar com o mandato do presidente;  "A mudança está vindo e ninguém pode pará-la", disse o líder da coalizão Unidade Democrática, Jesus Torrealba, segundo ele,mais de duas dúzias de partidos decidiram por unanimidade ativar "todos os mecanismos pela mudança" na Constituição venezuelana em busca de um "governo de unidade nacional"

A oposição venezuelana iniciou uma para destituir o presidente Nicolás Maduro, prometendo manifestações e pressão por um referendo e emenda constitucional para acabar com o mandato do presidente;  "A mudança está vindo e ninguém pode pará-la", disse o líder da coalizão Unidade Democrática, Jesus Torrealba, segundo ele,mais de duas dúzias de partidos decidiram por unanimidade ativar "todos os mecanismos pela mudança" na Constituição venezuelana em busca de um "governo de unidade nacional"
A oposição venezuelana iniciou uma para destituir o presidente Nicolás Maduro, prometendo manifestações e pressão por um referendo e emenda constitucional para acabar com o mandato do presidente;  "A mudança está vindo e ninguém pode pará-la", disse o líder da coalizão Unidade Democrática, Jesus Torrealba, segundo ele,mais de duas dúzias de partidos decidiram por unanimidade ativar "todos os mecanismos pela mudança" na Constituição venezuelana em busca de um "governo de unidade nacional" (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - A aliança de oposição na Venezuela iniciou uma campanha nesta terça-feira para destituir o presidente Nicolás Maduro, prometendo manifestações e pressão por um referendo e emenda constitucional para acabar com o mandato do presidente.

"A mudança está vindo e ninguém pode pará-la", disse o líder da coalizão Unidade Democrática, Jesus Torrealba, durante entrevista coletiva a jornalistas.

Com sede de poder após 17 anos do início do regime socialista do falecido Hugo Chávez, a oposição venezuelana usou a ira pública por conta da crise na economia para ganhar o controle da Assembleia Nacional, em eleição realizada em dezembro.

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Agora, os oposicionistas contam com um ataque em várias frentes contra o sucessor de Chávez para derrubá-lo do poder da nação que é membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Lendo um comunicado da coalizão, Torrealba disse que mais de duas dúzias de partidos decidiram por unanimidade ativar "todos os mecanismos pela mudança" na Constituição venezuelana em busca de um "governo de unidade nacional".

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Apesar da mostra de unidade, no entanto, a coalizão é notoriamente fragmentada, com uma ala moderada liderada pelo duas vezes candidato à presidência Henrique Capriles e um lado mais radical encabeçado pelo manifestante preso Leopoldo López.

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