Oposição defende intervenção militar para tirar Morales do poder na Bolívia
Luis Fernando Camacho, é o primeiro político boliviano defender uma intervenção militar, o que pode ser considerado como "sedição", um crime punível pelo Código Penal Boliviano
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247 - A oposição boliviana deu um ultimato para que o presidente reeleito, Evo Morales, renunciar em até 48 horas e conclamou os militares a intervirem para que ele deixe o governo, elevando atenção no país. "(Morales) tem 48 horas para renunciar, porque nesta segunda-feira às sete horas da noite (20h00 no horário de Brasília), vamos tomar medidas e garantiremos sua saída", disse Luis Fernando Camacho, líder do Comitê Cívico de Santa Cruz.
Até o momento, as Forças Armadas ficaram de fora da polêmica pós-eleitoral do último dia 20 de outubro e, segundo reportagem da agência AFP, Camacho é o primeiro político boliviano defender uma intervenção militar, o que pode ser considerado como "sedição", um crime punível pelo Código Penal Boliviano.
Morales vem denunciando ser vítima de tentativa de golpe de estado movido pela oposição, além de pedir que seus seguidores "defendam a democracia e os resultados eleitorais" de 20 de outubro.
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