Oposição defende intervenção militar para tirar Morales do poder na Bolívia

Luis Fernando Camacho, é o primeiro político boliviano defender uma intervenção militar, o que pode ser considerado como "sedição", um crime punível pelo Código Penal Boliviano

Brasília – O Presidente da Bolívia Evo Morales, durante Confêrencia de Imprensa no Palácio do Planalto (Antônio Cruz/Agência Brasil)
Brasília – O Presidente da Bolívia Evo Morales, durante Confêrencia de Imprensa no Palácio do Planalto (Antônio Cruz/Agência Brasil) (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)


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247 - A oposição boliviana deu um ultimato para que o presidente reeleito, Evo Morales, renunciar em até 48 horas e conclamou os militares a intervirem para que ele deixe o governo, elevando atenção no país. "(Morales) tem 48 horas para renunciar, porque nesta segunda-feira às sete horas da noite (20h00 no horário de Brasília), vamos tomar medidas e garantiremos sua saída", disse Luis Fernando Camacho, líder do Comitê Cívico de Santa Cruz. 

Até o momento, as Forças Armadas ficaram de fora da polêmica pós-eleitoral do último dia 20 de outubro e, segundo reportagem da agência AFP, Camacho é o primeiro político boliviano defender uma intervenção militar, o que pode ser considerado como "sedição", um crime punível pelo Código Penal Boliviano. 

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Morales vem denunciando ser vítima de tentativa de golpe de estado movido pela oposição, além de pedir que seus seguidores "defendam a democracia e os resultados eleitorais" de 20 de outubro. 

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