Oposição argentina rejeita tese de suicídio de promotor

Secretário de Segurança da Argentina afirmou que a presidente Cristina Kirchner está ciente da morte do promotor Alberto Nisman e destacou que, dadas as circunstâncias, "todos os caminhos conduzem ao suicídio"; deputada opositora Patricia Bullrich contou ter falado com Nisman e ele mencionou que havia recebido várias ameaças; o corpo do promotor foi encontrado no banheiro com um marca de tiro na cabeça; havia uma arma no local; ele era autor de uma denúncia contra Kirchner

Secretário de Segurança da Argentina afirmou que a presidente Cristina Kirchner está ciente da morte do promotor Alberto Nisman e destacou que, dadas as circunstâncias, "todos os caminhos conduzem ao suicídio"; deputada opositora Patricia Bullrich contou ter falado com Nisman e ele mencionou que havia recebido várias ameaças; o corpo do promotor foi encontrado no banheiro com um marca de tiro na cabeça; havia uma arma no local; ele era autor de uma denúncia contra Kirchner
Secretário de Segurança da Argentina afirmou que a presidente Cristina Kirchner está ciente da morte do promotor Alberto Nisman e destacou que, dadas as circunstâncias, "todos os caminhos conduzem ao suicídio"; deputada opositora Patricia Bullrich contou ter falado com Nisman e ele mencionou que havia recebido várias ameaças; o corpo do promotor foi encontrado no banheiro com um marca de tiro na cabeça; havia uma arma no local; ele era autor de uma denúncia contra Kirchner (Foto: Gisele Federicce)


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247 – A oposição ao governo de Cristina Kirchner, na Argentina, tem contestado a tese de que o promotor Alberto Nisman tenha cometido suicídio. O secretário de Segurança da Argentina, Sergio Berni, afirmou que a presidente está ciente da morte do promotor e destacou que, dadas as circunstâncias, "todos os caminhos conduzem ao suicídio".

A deputado da oposição Patricia Bullrich contou ter conversado no sábado com Nisman três vezes e ele mencionou que havia recebido várias ameaças. Ela disse estar consternada com a morte. Para ela, o ocorrido é "uma grave afronta à institucionalidade do país".

Nisman havia denunciado a presidente Cristina Kirchner, junto com seu chanceler Héctor Timerman, de ter acobertado o Irã no envolvimento no atentado contra a principal associação judaica (Amia) do país, deixando 85 mortos e 300 feridos em 1994. Ele se apresentaria ao Congresso nesta segunda-feira 19 para dar mais detalhes sobre o caso.

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"Um procurador morto antes de dar um relatório ao Congresso em um caso onde há terrorismo internacional me parece de uma enorme gravidade", disse Bullrich. A polícia investiga a morte do promotor. Seu corpo foi encontrado no banheiro de seu apartamento, em Buenos Aires, com um tiro na cabeça. Foi encontrada no local uma arma de fogo calibre 22.

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