ONU também cobra EUA sobre espionagem

Alta comissária dos Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU), Navi Pillay, apelou nesta segunda-feira 9 para que os países adotem normas de proteção à privacidade dos cidadãos; segundo ela, as recentes denúncias de violação de comunicação envolvendo cidadãos são uma "uma dramática intrusão" dos sistemas nacionais de segurança; pedido de Pillay ocorre no momento em que o Brasil cobra explicações dos EUA sobre denúncias de espionagens à presidente Dilma Rousseff, Petrobras e cidadãos

Alta comissária dos Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU), Navi Pillay, apelou nesta segunda-feira 9 para que os países adotem normas de proteção à privacidade dos cidadãos; segundo ela, as recentes denúncias de violação de comunicação envolvendo cidadãos são uma "uma dramática intrusão" dos sistemas nacionais de segurança; pedido de Pillay ocorre no momento em que o Brasil cobra explicações dos EUA sobre denúncias de espionagens à presidente Dilma Rousseff, Petrobras e cidadãos
Alta comissária dos Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU), Navi Pillay, apelou nesta segunda-feira 9 para que os países adotem normas de proteção à privacidade dos cidadãos; segundo ela, as recentes denúncias de violação de comunicação envolvendo cidadãos são uma "uma dramática intrusão" dos sistemas nacionais de segurança; pedido de Pillay ocorre no momento em que o Brasil cobra explicações dos EUA sobre denúncias de espionagens à presidente Dilma Rousseff, Petrobras e cidadãos (Foto: Gisele Federicce)


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Renata Giraldi*
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A alta comissária dos Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU), Navi Pillay, apelou nesta segunda-feira 9 para que os países adotem normas de proteção à privacidade dos cidadãos.

Segundo ela, as denúncias de violação de comunicação envolvendo cidadãos do mundo são uma "uma dramática intrusão" dos sistemas nacionais de segurança. Para a alta comissária, é fundamental a adoção de mecanismos mais eficientes de proteção à privacidade.

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O pedido de Pillay ocorre no momento em que o Brasil cobra dos Estados Unidos explicações sobre as informações de espionagem envolvendo desde a presidenta Dilma Rousseff, assessores e cidadãos brasileiros, até as últimas denúncias de que a Petrobras também foi alvo de monitoramento norte-americano.

"O largo alcance dos sistemas nacionais de vigilância, por razões de segurança, incluindo nos Estados Unidos e no Reino Unido e seu impacto nas pessoas, continua a gerar inquietação", disse Pillay.

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Na abertura da 24.ª sessão do Conselho dos Direitos Humanos, em Genebra, Pillay mencionou a série de violações dos direitos humanos registradas no mundo, principalmente no Oriente Médio.

Além da situação na Síria, para a qual ela pediu "negociação imediata", opondo-se a uma intervenção militar externa e à continuação do fornecimento de armas às partes em conflito, Pillay citou sua preocupação com o agravamento das crises no Iraque, no Egito, no Bahrein, na Turquia e na Palestina. Também mencionou o Iraque, que sofreu uma série de ataques a bomba.

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Pillay criticou o governo de Israel por promover o que classificou como "política de despejos forçados e demolições" nos territórios palestinos.

*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa

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Edição: Beto coura

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