ONU: fluxo de refugiados é 'ponta do iceberg'

"Eu não vejo isso diminuindo, não vejo parando. Quando muito, dá uma indicação, talvez, de que essa é a ponta do iceberg", afirmou Amin Awad, coordenador regional de refugiados do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur); "(Será assim) enquanto não houver solução para a Síria, enquanto não houver estabilização das condições de refugiados nos países vizinhos. Portanto, têm que ser feitos esforços"

"Eu não vejo isso diminuindo, não vejo parando. Quando muito, dá uma indicação, talvez, de que essa é a ponta do iceberg", afirmou Amin Awad, coordenador regional de refugiados do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur); "(Será assim) enquanto não houver solução para a Síria, enquanto não houver estabilização das condições de refugiados nos países vizinhos. Portanto, têm que ser feitos esforços"
"Eu não vejo isso diminuindo, não vejo parando. Quando muito, dá uma indicação, talvez, de que essa é a ponta do iceberg", afirmou Amin Awad, coordenador regional de refugiados do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur); "(Será assim) enquanto não houver solução para a Síria, enquanto não houver estabilização das condições de refugiados nos países vizinhos. Portanto, têm que ser feitos esforços" (Foto: Roberta Namour)


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Por Tom Miles

GENEBRA (Reuters) - O fluxo atual de quase 8 mil imigrantes por dia chegando à Europa pode ser apenas a ponta do iceberg e os governos têm de trabalhar para pôr fim à guerra civil síria para evitar deslocamentos maiores de pessoas, disse a agência de refugiados da ONU nesta sexta-feira.

"Eu não vejo isso diminuindo, não vejo parando. Quando muito, dá uma indicação, talvez, de que essa é a ponta do iceberg", afirmou Amin Awad, coordenador regional de refugiados do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), em entrevista à imprensa.

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"(Será assim) enquanto não houver solução para a Síria, enquanto não houver estabilização das condições de refugiados nos países vizinhos. Portanto, têm que ser feitos esforços."

Questionado sobre se a Europa deve preparar-se para mais alguns milhões de imigrantes, ele disse: "Se em poucos meses você tem mais de meio milhão, certamente isso poderia acontecer."

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Os países terão de se unir em torno de uma abordagem global, disse ele, sugerindo que o ônus estava sobre os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, para que acabem com a guerra.

"Os governos que podem fazer a diferença são os governos que são os responsáveis ​​por influenciar o destino político e a segurança global do mundo hoje. Os líderes de nossa geração têm que se mover muito rapidamente para encontrar uma solução para o problema da Síria antes que se torne mundial."

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Ele parabenizou a União Europeia pela decisão de contribuir com 1 bilhão de euros para o esforço humanitário da ONU, mas disse que não era o suficiente, e que a situação requer mais do que dinheiro.

A ONU também está se preparando para o agravamento da situação humanitária no Iraque, vizinho da Síria.

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