ONU: Arsenal químico da Síria começa a ser destruído

No primeiro dia da operação, equipe de inspetores destruiu ogivas de mísseis, bombas e materiais químicos; grupo tem o desafio de eliminar aproximadamente 1.000 toneladas de gás sarin e mostarda, além de várias armas químicas proibidas, até meados de 2014 

No primeiro dia da operação, equipe de inspetores destruiu ogivas de mísseis, bombas e materiais químicos; grupo tem o desafio de eliminar aproximadamente 1.000 toneladas de gás sarin e mostarda, além de várias armas químicas proibidas, até meados de 2014 
No primeiro dia da operação, equipe de inspetores destruiu ogivas de mísseis, bombas e materiais químicos; grupo tem o desafio de eliminar aproximadamente 1.000 toneladas de gás sarin e mostarda, além de várias armas químicas proibidas, até meados de 2014  (Foto: Roberta Namour)


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Renata Giraldi*
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Uma equipe de inspetores encarregada da eliminação do arsenal químico da Síria destruiu ontem (6) ogivas de mísseis, bombas e materiais químicos. A operação, no primeiro dia da campanha de destruição das armas químicas, foi feita por especialistas sírios sob a supervisão de integrantes da Organização para a Proibição de Armas Químicas e em conformidade com a resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

A Organização das Nações Unidas (ONU) confirmou as informações sobre as destruições feitas pelos especialistas. A equipe tem o desafio de eliminar aproximadamente 1.000 toneladas de gás sarin e mostarda, além de várias armas químicas proibidas. Os especialistas têm até meados de 2014 para concluir o trabalho.

Em entrevista à revista alemã Spiegel, o presidente sírio, Bashar Al Assad, voltou a negar que as forças do governo usaram armas químicas no ataque de 21 de agosto, nos arredores de Damasco, a capital síria, que provocou a morte de mais de 1.000 pessoas, inclusive crianças.

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O ataque em agosto causou reação internacional e pressão dos Estados Unidos. O governo norte-americano ameaçou deflagrar uma intervenção militar na Síria com o apoio do Reino Unido, mas houve resistência de vários países, inclusive do Brasil.

*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa.

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Edição: Talita Cavalcante

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